sábado, 3 de janeiro de 2026

A Holanda nas Copas masculinas: 2022 - Modo de segurança

Com uma verdadeira "montanha-russa" entre a Copa de 2014 e seu retorno em 2022, a seleção masculina da Holanda (Países Baixos) foi assumidamente burocrática no Catar. E avançou até onde lhe era possível (KNVB Media/Divulgação)

Quando saiu o resultado do sorteio dos grupos - e do consequente chaveamento - da Copa de 2022, na maioria das vezes, as apostas e os "bolões" indicavam que a seleção da Holanda (Países Baixos) avançaria até as quartas de final, e nelas seria eliminada pela Argentina. Pois foi exatamente o que aconteceu. O que não se sabia, então, é que a Laranja cumpriria esta campanha de modo tão burocrático, tão avessa a riscos. Também, pudera: poucas vezes a seleção masculina da Holanda (Países Baixos) teve tantos altos e baixos até chegar a um Mundial. Talvez por causa desses desgastes, tenha jogado no Catar em "modo de segurança".

Chegar ao Mundial, aliás, não é bem o termo: é voltar às grandes competições, porque a Laranja estivera fora da Euro 2016 e da Copa de 2018 (nesta, o grupo das eliminatórias tinha França e Suécia), no que foi um fim gradual e traumático da geração de tanto sucesso em 2010 e 2014. Àquela altura, quatro técnicos já tinham passado pela equipe desde após a Copa de 2014: Guus Hiddink, Danny Blind, Fred Grim (este, interino em um jogo, após a demissão de Blind, em março de 2017) e Dick Advocaat. Mas era com Ronald Koeman, contratado no início de 2018, que se apostava num recomeço. E ele efetivamente aconteceu, ao longo daquele ano: a Laranja cresceu paulatinamente, ganhou de Portugal num amistoso - 3 a 0, em março -, e comprovou sua reação na primeira Liga das Nações: num grupo com Alemanha e França (esta, consagrada campeã do mundo no meio de 2018), a Laranja conseguiu passar para a semifinal, como líder de seu grupo. Melhor ainda: mostrava um líder nascendo em Virgil van Dijk, enfim embalando como zagueiro pela seleção, mostrava uma nova geração crescendo em Matthijs de Ligt e Frenkie de Jong - ambos símbolos da marcante campanha do Ajax semifinalista da Liga dos Campeões, em 2018/19 -, mostrava Memphis Depay um pouco mais focado.

Ronald Koeman veio treinar a Holanda uma primeira vez, entre 2018 e 2020. Comandando uma geração que se firmou sob seu comando... (Getty Images)

... a Laranja superou as traumáticas ausências na Euro 2016 e na Copa de 2018, reagindo ao longo de 2018 e 2019. Só a pandemia e a saída de Koeman interromperam isso (Jan Kruger/Getty Images)

2019 simbolizou isso: a Holanda foi à final da Liga das Nações (perdeu para Portugal, mas isso não chegou a desanimar), passou com segurança pelas eliminatórias da Euro 2020 (com direito a vencer a Alemanha fora de casa), e terminou aquele ano com a autoconfiança totalmente recuperada. Talvez pudesse até ser considerada uma das favoritas ao título da Euro... se o começo de 2020 não trouxesse a pandemia de COVID-19 junto com ele, causando o adiamento do torneio continental de seleções por um ano. Pior para os Países Baixos: em agosto, Ronald Koeman recebeu uma proposta do Barcelona pela terceira vez. Decidiu fazer uso da cláusula em seu contrato com a KNVB (se fosse chamado pelo clube espanhol, onde tinha muita história, seria liberado para treiná-lo). E a Laranja ficou sem técnico, naquele turbulento 2020. Pior ainda: após dois jogos com o interino Dwight Lodeweges, decidiu-se contratar Frank de Boer, que já chegou contestado pelos maus trabalhos anteriores. Como se não bastasse, lesões graves vitimavam nomes importantes daquela reação. No fim de 2019, Memphis Depay rompera o ligamento cruzado anterior. Ficaria fora da Euro, ela foi adiada... mas aí, o machucado (com a mesma lesão, por sinal) foi Virgil van Dijk. E a primeira fase da Liga das Nações 2020/21 simbolizava o fim deste sonho: se fora finalista em 2018/19, a Laranja jogou sem brilho e perdeu o lugar nas semifinais para a Itália.

Exatamente durante esta queda de produção sob Frank de Boer é que começaram as eliminatórias para a Copa de 2022, em março de 2021. E o início só aumentou as desconfianças naquela fase da Laranja, no grupo G da qualificação europeia: fora de casa, contra a Turquia (adversária habitualmente árdua), uma derrota por 4 a 2. Nem mesmo as vitórias subsequentes contra Letônia (2 a 0) e Gibraltar (7 a 0) aumentavam a confiança num embalo. Foi assim que a Laranja chegou à Eurocopa, enfim disputada na metade daquele 2021. E os resultados na Euro... deram razão à altíssima desconfiança da torcida: mesmo após 100% de aproveitamento, num grupo considerado inferior (3 a 2 na Ucrânia, 2 a 0 na Áustria e 3 a 0 na Macedônia do Norte foram os adversários da Laranja), a queda já veio nas oitavas de final, com um 2 a 0 sofrido para a Tchéquia (República Tcheca). Frank de Boer foi demitido dois dias depois da eliminação. O sinal amarelo acendia para as eliminatórias da Copa em setembro de 2021, haveria sequência de partidas contra Noruega, Montenegro e Turquia, sendo noruegueses e turcos os adversários mais exigentes. Ou a Holanda convencia, ou correria sério risco de ficar fora da Copa pela segunda vez seguida. 

Após a passagem de Frank de Boer "corresponder" às más expectativas, incluindo decepção na Euro, Louis van Gaal aceitou voltar para tentar aprumar a Laranja nas eliminatórias para 2022. Conseguiu (Maurice van Steen/ANP/Getty Images)

Ronald Koeman ainda estava no Barcelona, mesmo contestado - só seria demitido em outubro. Os melhores técnicos holandeses da época, segundo a maioria, estavam empregados (Erik ten Hag, no Ajax; Peter Bosz, no Bayer Leverkusen - Arne Slot era visto ainda como promessa, no Feyenoord). As outras opções não empolgavam, nativos dos Países Baixos ou não. E a federação acabou "engolindo" o único nome que aceitou aquele desafio, num momento de encruzilhada: já praticamente aposentado, vivendo em sua casa de veraneio em Portugal, Louis van Gaal sucumbiu à tentação que sempre teve (fazer da Holanda campeã mundial), aceitando ir para a terceira passagem comandando a seleção masculina holandesa - o oitavo técnico da Holanda, interinos incluídos, em sete anos! Nos três jogos de setembro de 2021, teve êxito: em nove pontos disputados, a Holanda ganhou sete - 1 a 1 contra a Noruega, 4 a 0 em Montenegro e notáveis 6 a 1 na Turquia -, embalando nas eliminatórias. Mais duas vitórias em outubro, contra Letônia (1 a 0) e Gibraltar (6 a 0), colocaram a Laranja na rota da volta aos Mundiais. 

Contudo, na penúltima rodada, mais um susto: podendo garantir a vaga por antecipação contra Montenegro, fora de casa, a equipe neerlandesa fazia 2 a 0, mas tomou o empate nos dez minutos finais. Resultado: para ter certeza do lugar na Copa de 2022, a Laranja precisaria vencer a Noruega, em casa e sem torcida - com a pandemia ainda em vigor, havia restrições sanitárias quanto à presença de público em Roterdã. Se empatasse, provavelmente ainda se classificaria, pela grande vantagem no saldo de gols. Mas se perdesse para a Noruega - que estava sem Erling Haaland, machucado naqueles dias -, não restaria nem o direito à repescagem, em caso de vitória da Turquia sobre os montenegrinos (vitória que ocorreu, de fato). Talvez ali, em 16 de novembro de 2021, tenha se iniciado o "modo de segurança" com que a Holanda encarou a Copa de 2022. Porque ela passou boa parte dos 90 minutos apenas controlando o jogo, sem correr riscos na defesa, nem atacar loucamente. Mas quando atacou, foi eficiente: dois gols nos últimos dez minutos de jogo, 2 a 0 na Noruega em De Kuip, susto afastado, Holanda de volta a uma Copa do Mundo.


Só então, com a vaga confirmada, é que Van Gaal pôde colocar em prática seu plano pragmático para tentar fazer da Laranja uma campeã mundial. Àquela altura, no começo de 2022, já se sabia que o grupo de jogadores tinha uma defesa muito sólida - com destaque, claro, para Van Dijk, com Nathan Aké e a revelação Jurriën Timber crescendo -, um desafogo ofensivo na lateral direita (Denzel Dumfries), mas um meio-campo que dependia demais de Frenkie de Jong, e um ataque definitivamente inferior (somente Memphis Depay atraía alguma confiança, e mesmo assim, passando por maus momentos no Barcelona). Então, Van Gaal - num comportamento bem mais tranquilo do que em outros momentos da carreira - decidiu escalar a equipe com três zagueiros. Começou a testar isso nos amistosos de março de 2022, com sucesso: uma vitória contra a Dinamarca (4 a 2) e um empate contra a Alemanha (1 a 1)

Mas seria ao longo da fase de grupos da Liga das Nações, quase toda em junho de 2022, que a seleção nacional neerlandesa se mostraria pronta para enfrentar o grupo A da Copa, no fim do ano, com o Catar como um frágil anfitrião, mas Senegal e Equador como candidatos a surpresas. Naquela Nations League, a Laranja estreou já pespegando 4 a 1 na Bélgica, fazendo talvez seu melhor jogo na terceira passagem de Van Gaal. De resto, mesmo sem brilhar, mostrava espírito de luta. Na segunda rodada, contra o País de Gales, fez 2 a 1 em Cardiff, com o gol da vitória nos acréscimos - e logo após tomar o empate; na terceira rodada, recebendo a Polônia em casa, tomou 2 a 0 mas buscou o empate em 2 a 2; na quarta rodada, novamente contra os galeses (agora em De Kuip), também fez o gol da vitória - 3 a 2 - nos acréscimos. Nas duas últimas rodadas do grupo da Liga das Nações, em outubro de 2022, foi momento de mostrar eficiência: 2 a 0 na Polônia fora de casa, 1 a 0 na Bélgica em Amsterdã, vaga nas semifinais da competição - em 2023. Invicta desde a chegada de Van Gaal, mostrando espírito de luta, eficiência, tendo alguns bons jogadores... sim, a Laranja estava capacitada para uma boa campanha no Catar, mesmo sem ser favorita ao título. Superava até problemas como a falta de um goleiro confiável: Justin Bijlow, Jasper Cillessen, Mark Flekken, Remko Pasveer... todos testados, nenhum aproveitou a chance. 


Convocação para o Catar feita, com o destaque Memphis Depay se recuperando de lesão muscular na coxa, sem goleiro titular definido, Van Gaal decidiu apostar no menos badalado, que só despontara naquele 2022. E Andries Noppert, do Heerenveen, teria sua estreia na seleção justamente na estreia na Copa, em 21 de novembro, contra Senegal. Muito se desconfiava de uma "zebra", e de fato a partida no estádio Al Thumama foi bem equilibrada. Talvez, até, um empate fosse o resultado mais adequado. Só que o goleiro senegalês Édouard Mendy falhou duas vezes, Cody Gakpo e Davy Klaassen aproveitaram, e a Laranja estreou com vitória: 2 a 0. Uma vitória burocrática, sem empolgar, até decepcionante para quem se impressionava com a sequência invicta da Laranja e esperava uma seleção ofensiva. 

Pior ainda foi o jogo seguinte, no estádio International Khalifa, em 25 de novembro: mesmo saindo na frente com gol rápido - Cody Gakpo marcou, já se credenciando ali como um dos destaques jovens da Copa, passando a ser nome importante para a Laranja ali -, o Equador reagiu, teve gol erradamente anulado (Jackson Porozo, supostamente impedido, teria atrapalhando Noppert - não atrapalhou), empatou afinal com Enner Valencia, mandou bola no travessão... e mesmo com o 1 a 1 no placar final, ficava a impressão de que a seleção sul-americana merecia ter vencido. A Holanda ficava do lado das decepções. E não melhoraria na terceira partida dos grupos, dia 29 de novembro, no estádio Al-Bayt: mesmo com o Catar já eliminado, a Oranje se contentou com um protocolar 2 a 0, sem se esforçar em golear. Só Gakpo era considerado destaque, como primeiro holandês a fazer três gols numa fase de grupos de Mundiais. De resto, pouquíssimos estavam contentes com o que se via do time neerlandês, mesmo que ele entregasse os resultados.

Numa fase de grupos altamente contestada da Laranja na Copa de 2022, Cody Gakpo foi o único a escapar de críticas (Cui Nan/China News Service/Getty Images)

Entre esses contentes, estava Louis van Gaal, para quem as atuações dos Países Baixos estavam dentro do esperado. A quem reclamasse, Van Gaal retrucava coisas como "O futebol evoluiu e se tornou muito mais difícil do que 20 anos atrás jogar tão ofensivamente quanto o Ajax costumava fazer". Pelo menos nas oitavas de final, o treinador respondeu bem aos críticos. Porque a Laranja foi exemplar em seu pragmatismo, em seu jogo reativo, contra os Estados Unidos, em 3 de dezembro de 2022, no International Khalifa: para uma seleção considerada decepcionante e até ameaçada de "zebra", a Laranja controlou a partida contra os norte-americanos. Teve Dumfries fazendo talvez sua melhor atuação vestindo laranja, com um gol e passes para outros dois. E bastava os EUA ameaçarem, para mais um gol aparecer. Com os 3 a 1 no placar, os Países Baixos já estavam nas quartas de final da Copa. Exatamente contra a Argentina. Exatamente o que previam as apostas antes do torneio. Era a hora de se superar.

Contudo, na maioria do tempo normal daquele jogo em 9 de dezembro de 2022, a Laranja não se superou. Jogando com três zagueiros, "espelhando" o esquema tático holandês (comenta-se que o técnico Lionel Scaloni decidiu isso após conversa com o compatriota Gustavo Alfaro, que treinara o Equador naquela Copa em que causou tantos problemas à Oranje), a Argentina controlava a partida. O time de Van Gaal mal conseguia espaço para chutar a gol. E a Albiceleste só precisava esperar algo de Lionel Messi. Algo que veio duas vezes. No primeiro tempo, com passe milimétrico para que Nahuel Molina invadisse a área e fizesse 1 a 0 para os argentinos; no segundo, convertendo pênalti (Dumfries agarrara Marcos Acuña) e fazendo 2 a 0. Parecia o ponto final de uma insípida campanha holandesa. 

Só que, se se jogava no "modo de segurança", aquela desvantagem foi o "reset": com Luuk de Jong e Wout Weghorst em campo, a Laranja apostaria nas bolas altas para tentar o empate. Numa delas, aos 38 minutos do segundo tempo, Weghorst cabeceou e diminuiu para 2 a 1. Mais alguns minutos, Leandro Paredes chutou de propósito uma das bolas em campo ao banco de reservas holandês, e o tempo ficou ainda mais quente, no jogo com mais cartões na história das Copas masculinas (17 amarelos, um vermelho). Mais os acréscimos... e numa falta perto da área, no penúltimo dos 11 (!) minutos de acréscimo, logo após pensar em bater direto, Teun Koopmeiners viu Weghorst ficando desmarcado na área, com Enzo Fernández se afastando. Ali decidiu rolar a bola para a área. Rolou, Luuk de Jong obstruiu um marcador argentino, Weghorst dominou e empatou: 2 a 2. Era quase inacreditável: num jogo em que merecia estar eliminada, a Laranja levava tudo para a prorrogação. Era a chance de renascer. Era um raro lance de brilho que a Holanda trouxe naquela Copa.

Por pelo menos 83 minutos, a Laranja pareceu sem chances nas quartas de final contra a Argentina. Aí entrou Wout Weghorst, e pelo menos um lance ficou na memória... (Rico Brouwer/Soccrates/Getty Images)

Chance perdida. Porque a Argentina voltou a crescer nos 30 minutos de tempo extra. Porque o ataque holandês quase inexistia: com Luuk de Jong e Weghorst, mas sem mobilidade (apenas Noa Lang e Steven Berghuis tentavam algo). Nas cobranças da marca do pênalti que vieram, Emiliano "Dibu" Martínez começaria seu caminho para a eternidade, pegando o chute inicial de Van Dijk, mais o de Berghuis. Noppert, tão badalado na estreia, de Copa correta, não defendeu nenhuma cobrança - até o chute de Enzo Fernández foi para fora. E a Argentina afinal avançou (e seguiu seu rumo ao terceiro título mundial), com os 4 a 3 nos chutes.

Mesmo com seu "modo de segurança" dando certo, a Holanda (Países Baixos) precisava(m) de um diferencial para poder(em) sonhar com aquela Copa de 2022. Um diferencial inexistente. A Laranja fez apenas o normal, e seu destino foi exatamente o esperado nos bolões mundo afora: perder para a Argentina, nas quartas de final.

Os convocados da Holanda para a Copa de 2022

Goleiros
1-Remko Pasveer (Ajax) - não jogou
13-Justin Bijlow (Feyenoord) - não jogou
23-Andries Noppert (Heerenveen) - 5 jogos, 4 gols sofridos

Defensores
22-Denzel Dumfries (Internazionale-ITA) - 5 jogos, 1 gol
2-Jurriën Timber (Ajax) - 4 jogos
4-Virgil van Dijk (Liverpool-ING) - 5 jogos
5-Nathan Aké (Manchester City-ING) - 5 jogos
17-Daley Blind (Ajax) - 5 jogos, 1 gol
3-Matthijs de Ligt (Bayern de Munique-ALE) - 2 jogos
6-Stefan de Vrij (Feyenoord) - não jogou
16-Tyrell Malacia (Manchester United-ING) - não jogou
26-Jeremie Frimpong (Bayer Leverkusen-ALE) - não jogou

Meio-campistas
21-Frenkie de Jong (Barcelona-ESP) - 5 jogos, 1 gol
14-Davy Klaassen (Ajax) - 4 jogos, 1 gol
15-Marten de Roon (Atalanta-ITA) - 5 jogos
20-Teun Koopmeiners (Atalanta-ITA) - 5 jogos
24-Kenneth Taylor (Ajax) - 1 jogo
25-Xavi Simons (PSV) - 1 jogo

Atacantes
8-Cody Gakpo (PSV) - 5 jogos, 3 gols
10-Memphis Depay (Barcelona-ESP) - 5 jogos, 1 gol
19-Wout Weghorst (Besiktas-TUR) - 4 jogos, 2 gols
7-Steven Bergwijn (Ajax) - 4 jogos
11-Steven Berghuis (Ajax) - 4 jogos
18-Vincent Janssen (Royal Antwerp-BEL) - 2 jogos
9-Luuk de Jong (PSV) - 1 jogo
12-Noa Lang (PSV) - 1 jogo

Técnico: Louis van Gaal

Campanha

Fase de grupos
Holanda (Países Baixos) 2x0 Senegal
Holanda (Países Baixos) 1x1 Equador
Holanda (Países Baixos) 2x0 Catar

Oitavas de final
Holanda (Países Baixos) 3x1 Estados Unidos

Quartas de final
Holanda (Países Baixos) 2x2 Argentina - Argentina 4x3 nos chutes da marca do pênalti

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Continua faltando

Na retrospectiva do ano do futebol na Holanda (Países Baixos) para 2024, publicada há exatamente 364 dias, havia até um certo otimismo na análise. Afinal de contas, à seleção masculina, só faltava ganhar mais de seleções grandes para ganhar respeito e até confiança rumo à Copa de 2026; à seleção feminina, faltava abrir mais espaço para novatas (e não seria nada má uma boa campanha na Eurocopa de mulheres); e aos clubes, em geral, fazendo campanhas dignas aqui e ali nos torneios continentais, faltava uma campanha definitivamente respeitável.

De certa forma, 2025 termina com uma impressão mais preocupada no futebol laranja. Em todas as frentes. A seleção masculina cumpriu seu principal objetivo no ano, é verdade: estará na Copa do Mundo. Mas não só seguiu sem vencer outras grandes equipes nacionais, como começou a tropeçar preocupantemente contra seleções inferiores. Resultado: embora se reconheça que os jogadores da Laranja são bons, também se considera que ela é muito suscetível a surpresas. Com relação aos clubes, então, a decepção é ainda maior: com a temporada 2025/26 chegando à metade, apenas PSV (na Liga dos Campeões), Go Ahead Eagles (Liga Europa) e AZ (na Conference League) podem aspirar a desempenhos razoáveis. A seleção feminina, por sua vez, até termina o ano um pouco mais otimista. Só que isso veio depois de um péssimo primeiro semestre, seguido das mudanças necessárias.

Numa frase: continua faltando muita coisa no futebol do Reino dos Países Baixos. O quê, especificamente?

Nos homens, a Holanda até conseguiu a vaga na Copa sem muitos problemas. Só que as oscilações fizeram com que ela terminasse 2025 atraindo desconfiança - até mesmo sobre o que ocorrerá no Mundial (KNVB Media/Divulgação)

Seleção masculina: regrediu. Antes de avançar?

Impossível dizer que 2024 tinha sido um mau ano para a seleção masculina da Holanda (Países Baixos): afinal de contas, por mais que o desempenho tivesse sido oscilante, ela tinha sido semifinalista da Euro e estava classificada na Liga das Nações. Certo, faltava vencer seleções grandes. Mas não era nada que não se pudesse resolver em 2025. Até porque ele começaria com as partidas das quartas de final da Nations League, em março, nas quais a adversária era... a Espanha, atual campeã europeia. E novamente, a Laranja caiu. Mas exigiu bastante dos espanhóis, nos 2 a 2 da ida em Roterdã e, principalmente, nos 3 a 3 em Valência, com notáveis atuações de Tijjani Reijnders, Cody Gakpo e de Memphis Depay, de volta à forma com o ritmo de jogo ganho no Corinthians. Perder nos chutes da marca do pênalti (Espanha 5 a 4 nas cobranças) fazia parte: com o grupo nas Eliminatórias da Copa sendo muito acessível - Polônia, Finlândia, Lituânia e Malta -, a perspectiva era a melhor possível. E ela foi fortalecida pelo começo categórico nas eliminatórias da Copa: nas duas primeiras rodadas, duas vitórias sem gols sofridos (2 a 0 na Finlândia, 8 a 0 em Malta), uma goleada muito útil em termos de saldo de gols. E nada indicava que seria diferente nas rodadas seguintes. Só que... foi.

No primeiro jogo contra a Polônia, na terceira rodada da qualificação para a Copa, em Roterdã, em setembro, a Holanda nem foi tão mal. Nomes como Denzel Dumfries e o citado Memphis cresceram muito de produção. Porém, de tanto controlar o jogo ao ter a vantagem, sem buscar mais gols, a Laranja foi pessimamente surpreendida ao tomar o 1 a 1 em casa. Bem, bastaria dominar a Lituânia, mesmo fora de casa, dias depois, para tranquilizar a situação, certo? Erradíssimo: a Laranja até abriu 2 a 0 no primeiro tempo, mas antes mesmo do intervalo, tomou o empate dos lituanos. Pior ainda: a Lituânia, 146ª colocada no ranking da FIFA, jogava melhor e tinha chances de virar o jogo. Só não virou porque Memphis Depay, além de se isolar naquele 7 de setembro como maior goleador da história da seleção holandesa masculina, fez o gol de um 3 a 2 salvador, mas que também mudava para pior a impressão de torcida e imprensa sobre a seleção laranja.

Retomado o ritmo de jogo no Corinthians, mesmo com lesões aqui e ali, Memphis Depay retomou sua titularidade na Laranja. E retomou com algumas ótimas atuações (ProShots/Getty Images)

O mau humor não mudou com as duas goleadas por 4 a 0, sobre Malta e Finlândia, nas rodadas de outubro das eliminatórias. Não mudou nem com os testes periódicos que o técnico Ronald Koeman começou a fazer nas convocações, com alguns estreantes (o goleiro Robin Roefs, para a reserva; Sem Steijn, Luciano Valente e Emmanuel Emegha, mais à frente). Talvez só tivesse mudado em caso de vitória contra a Polônia, em Varsóvia, na penúltima rodada da qualificação - mas o 1 a 1 tenso trouxe uma preocupação adicional: a lentidão da defesa para voltar e marcar contra-ataques, vista no gol de Jakub Kaminski. Pelo menos, o primeiro lugar no grupo G das eliminatórias e a vaga direta na Copa não corriam riscos, pela grande vantagem neerlandesa no saldo de gols, primeiro critério de desempate. E tudo isso se confirmou com uma goleada na rodada final: 4 a 0 na Lituânia. Após algum tempo (desde 2014), a Holanda voltou a se classificar para uma Copa do Mundo masculina sem sufocos.

Porém, nem o final feliz das eliminatórias tira a impressão de que a Laranja é uma seleção excessivamente displicente. Melhor do que estava na Copa de 2022, mas displicente. Mesmo com um meio-campo ótimo (Frenkie de Jong, Tijjani Reijnders e Ryan Gravenberch nada deixam a dever a nenhuma outra grande seleção), a fragilidade crescente da defesa - os dois laterais têm no apoio a melhor qualidade, e Virgil van Dijk sente cada vez mais o peso dos 34 anos - faz crer que, talvez, Ronald Koeman volte a experimentar um esquema com três zagueiros, nos amistosos que iniciarão 2026, contra Noruega e Equador, em março. E o grupo na Copa do Mundo, com o elogiado Japão, uma europeia vinda de repescagem (entre Ucrânia, Suécia, Polônia e Albânia) e Tunísia, é traiçoeiro demais para uma seleção que atrai menos confiança no fim de 2025 do que atraía há um ano. A esperança de torcida e imprensa é que a seleção masculina da Holanda (Países Baixos) tenha regredido neste ano, para avançar em 2026. Quem sabe, avançar até o título mundial, caso embale no decorrer da Copa...

A dor de Weghorst, contra a Internazionale (Liga dos Campeões), simboliza: está difícil a situação para os clubes holandeses em 2025/26 (ProShots/Getty Images)

Clubes: o sonho não acabou, mas passou

Coeficiente melhor que o de Portugal e França, desde a temporada passada. Dois times nas oitavas de final da Liga dos Campeões, algo que não ocorria desde a temporada 2005/06. Nível promissor de times como o Utrecht, nas fases preliminares desta temporada atual. A saudável novidade do Go Ahead Eagles, novamente brilhando - e agora com uma fase de liga garantida, indo diretamente à Liga Europa ao conquistar a Copa da Holanda. Sim, a Holanda (Países Baixos) acreditava poder manter a vantagem. Ainda mais com a reta final incrível que o campeonato teve na temporada passada: com nove pontos de vantagem na virada do ano passado, o PSV desmoronou no começo de 2025, viu o Ajax abrir nove pontos, estar com eles a cinco rodadas do fim... para então, ser ele a desmoronar, com uma arrancada notável do time de Eindhoven para o bicampeonato, ganho na última rodada.

Mas o sonho acabou logo que as fases de liga começaram. Certo, há as exceções à regra: com boas vitórias contra Napoli (6 a 2 impressionante) e Liverpool (aproveitando a crise dos Reds para fazer 4 a 1 em Anfield), o PSV está firme para tentar ir à segunda fase da Liga dos Campeões, antes das oitavas. Uma surpreendente vitória sobre o Aston Villa turbinou o Go Ahead Eagles para seguir se esforçando em busca da vaga na Liga Europa. E bem ou mal, o AZ cumpriu a perspectiva de avançar na Conference League. Ainda assim, nem mesmo essas exceções escapam de críticas. Ao PSV, por exemplo, falta constância (se houve as vitórias citadas, houve derrota para o Union Saint-Gilloise belga em casa na estreia). Ao AZ, falta ofensividade: o time de Alkmaar não brilha nem nas vitórias.

O PSV é uma das raras exceções promissoras. Mas mesmo assim, ainda patina na Champions (ProShots/Getty Images)

Em vez de serem promissores, os times holandeses decepcionam. Que o diga, principalmente, o Feyenoord: as chances de avançar na Liga Europa se esvaem, e o time sofre com escolhas estranhas de escalação e derrotas pouco previstas (como o 1 a 0 sofrido para o Braga, na estreia em Portugal, e a virada para o 4 a 3 sofrida para o FCSB na Romênia, após ter 3 a 1 de vantagem). O Utrecht tinha mais dificuldades previstas, mas também não depõe a favor do clube ter somente um ponto em seis rodadas. E o Ajax teve na péssima campanha na Liga dos Campeões um símbolo do momento turbulento em que vive: chegou a ser último colocado na fase de liga, só teve derrotas em casa, e a vitória inicial só chegou na rodada passada (e mesmo assim, numa virada difícil: 4 a 2 sobre o Qarabag, no Azerbaijão).

Tudo isso se reflete no coeficiente: é cada vez mais provável que os Países Baixos sejam ultrapassados por Portugal, já que na próxima temporada serão descartados os pontos ganhos em 2018/19, quando o Ajax foi semifinalista da Champions - e, por tabela, turbinou os desempenhos do país. De quebra, uma das vagas a que o país tem direito na fase de liga do principal torneio europeu será perdida. E fica a impressão amarga: a Holanda perdeu uma ótima chance. O sonho não acabou em definitivo, já que sempre há a chance de reagir. Mas ele... passou.

A seleção feminina da Holanda (Países Baixos) começou o ano amuada, teve o ápice do baixo astral na eliminação precoce na Eurocopa... mas termina mais animada (KNVB Media/Divulgação)

Seleção feminina: depois da tempestade, a bonança pode vir

Os Países Baixos têm jogadoras de boa qualidade. Sempre tiveram. E as seleções femininas neerlandesas de base mostram ótima situação: que o diga a equipe sub-17, campeã europeia e vice-campeã mundial neste ano que se acaba. Entretanto, quando este 2025 começava, o grupo dificílimo em que o sorteio da Eurocopa feminina jogara as Leoas Laranjas - tendo, além de País de Gales, a França (sempre tradicional) e a Inglaterra (então campeã europeia - seria bicampeã -, e vice mundial) - já dava a impressão de que seria um ano complicado. Porque, mesmo com boas jogadoras, a seleção laranja de mulheres não passava a impressão consistente que precisaria passar para superar francesas e inglesas, ambas com mais qualidade técnica, mais opções e, no caso das inglesas, mais sabedoria em horas decisivas.

A impressão ficou pior ainda com o anúncio da saída do técnico Andries Jonker, antes mesmo da Euro - em janeiro, mais precisamente. Talvez fosse a atitude certa, mas foi tomada do jeito errado, sem nem um sucessor anunciado simultaneamente, nem explicações claras da federação (o que irritou ainda mais Jonker, que já demonstrou seu descontentamento com o anúncio nas datas FIFA de fevereiro - só no segundo semestre, o motivo seria "explicado", com um genérico "clima ruim com o grupo"). Nem influiu tanto nas rodadas iniciais do grupo da Liga das Nações - a Holanda pegava Alemanha, Escócia e Áustria, empatou com as alemãs na estreia, e conseguiu superar escocesas em um jogo de fevereiro, e austríacas, nas duas partidas de abril.

Porém, aí os problemas começaram. Primeiro, algumas lesões de nomes importantes. Que o diga a goleira Daphne van Domselaar, que sofreu uma lesão no tornozelo nos 3 a 1 feitos em casa contra as austríacas - e desde então, nunca mais esteve no auge da forma, mesmo se esforçando e até tendo um título europeu com o Arsenal. Que o diga, principalmente, Vivianne Miedema: conseguindo iniciar uma sequência de jogos na seleção, a atacante entrou em outros 3 a 1 contra a Áustria - fora de casa -, fez um belo gol... e minutos depois, com lesão muscular na parte posterior da coxa, já precisou ser substituída. 

Pior ainda foi ver a fragilidade defensiva crônica das holandesas ser posta a nu nos 4 a 0 sofridos para a Alemanha, na penúltima rodada do grupo 1 da Liga A, tirando as chances de classificação às semifinais, quando as Leoas Laranjas sequer chutaram ao gol de Ann-Katrin Berger. Entretanto, se houve uma partida em que o sinal de alerta ficou aceso, quase indo para o sinal vermelho, foi mesmo no empate em casa com a Escócia, por 1 a 1, na última rodada. Era só para cumprir tabela, mas indicava uma Holanda sem conseguir compensar no ataque (quantas chances perdidas!) a fraqueza da defesa. E nem mesmo a vitória no amistoso de despedida rumo à Euro (2 a 1 na Finlândia) apagou a forte desconfiança, aumentada ainda mais pela lesão no tornozelo que quase causou o corte de Lineth Beerensteyn.

Euro iniciada, houve a "folga" esperada na estreia, com tranquilos 3 a 0 no País de Gales. Diante da derrota e da má atuação da Inglaterra na sua estreia respectiva (França 2 a 1), a Holanda teve esperanças de vencer e, quem sabe, superar o "Grupo da Morte". Para o azar laranja, porém, Sarina Wiegman sabia exatamente o que fazer, diante de um grupo que (ainda) conhece como a palma da mão, mesmo com as renovações. E mesmo com inegável esforço, as Leoas Laranjas foram presas fáceis para os 4 a 0 que reabilitaram as Lionesses: nem conseguiram marcar no meio-campo, muito menos ameaçaram no ataque. Era a abertura de várias fissuras entre Andries Jonker, já sem muita autoridade desde o anúncio da saída, e o grupo: Wieke Kaptein reclamou de ter sido deixada no banco, Daniëlle van de Donk negou que uma lesão fosse grave como o técnico lamentou, Romée Leuchter depois diria que nunca teve a melhor das relações com Jonker. Se fez seu 100º gol pela seleção, Miedema novamente penou com as dores. E mesmo com um início esperançoso contra a França, precisando vencer por três gols de diferença para ir às quartas de final, o poderoso ataque francês rumou para a virada por 5 a 2, decretando a eliminação da Holanda na fase de grupos. Sinceramente, era até esperado, diante da desastrada decisão da federação e da má fase das jogadoras.


A depressão pós-Euro era tamanha que, já neste fim de ano, Miedema comentou que chegou a pensar em abandonar a seleção neerlandesa em definitivo. Pelo menos, houve um nome que simbolizou e assumiu a necessidade de renovação: o novo técnico, Arjan Veurink, anunciado desde abril. Ele chegava motivado e embalado: afinal, além de um histórico vitorioso em campeonatos holandeses femininos (quatro títulos, com o Twente), Veurink foi o auxiliar de Sarina Wiegman nos vitoriosos trabalhos na própria Holanda e na Inglaterra. E o treinador chegou tranquilizando: bastaria mostrar mais intensidade e mais cuidados defensivos, que logo as Leoas Laranjas voltariam a jogar bem. Chegou assumindo tarefas: convenceu Miedema a seguir na seleção, e afinal ajudou Sherida Spitse, após 248 jogos em 19 anos, a anunciar a saída definitiva das Leoas Laranjas, de forma tranquila. E chegou abrindo espaço para novatas.

Elas já começaram a aproveitar o espaço dado: nomes como Ella Peddemors e Lieske Carleer surpreenderam bem nos quatro amistosos finais de 2025. A própria Holanda mostrou um frescor havia muito tempo não visto em campo. E os resultados comprovaram: um empate (na estreia sob Veurink, 0 a 0 com a Polônia), três vitórias, só um gol sofrido nesses quatro jogos, Miedema voltando a brilhar (foram quatro gols nos 5 a 0 sobre a Coreia do Sul). O nível de exigência aumentará nas eliminatórias para a Copa de 2027, num grupo com França, Polônia e Irlanda, começando em março. Mas depois de um primeiro semestre tempestuoso, está presente a esperança de que a bonança virá para as Leoas Laranjas.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Fichário das mulheres: os jogos e os vídeos da 10ª rodada da Eredivisie feminina 2025/26

HERA United 0x0 Twente (domingo, 21 de dezembro de 2025)

Local: Sportpark Goed Genoeg (Amsterdã) 
Árbitro: Arjen Nauta
Jogo resumido: A intenção do HERA United era uma só - segurar um dos ponteiros do campeonato. E conseguiu: o Twente criou menos chances do que costuma criar, amargando um empate que o tirou da liderança

HERA UNITED
Kelly Steen; Pauline van de Pol, Nicole Stoop, Tess Tiebie e Esmée Daalman (Isabel Kopp, aos 83'); Yasmin Kleef e Hitomi Tanaka; Lieke Vis (Isabelle Nottet, aos 64'), Chinatsu Kira e Samya Hassani (Mila Lagcher, aos 64'); Jannette van Belen. Técnico: Ed Engelkes 

TWENTE
Diede Lemey; Imre van der Vegt (Sophie te Brake, aos 64'), Anna Knol, Lieske Carleer e Alieke Tuin; Lynn Groenewegen (Amanda Andradóttir, aos 46'), Danique van Ginkel e Sophie Proost (Charlotte Hulst, aos 64'); Jill Roord; Rose Ivens (Suus Verdaasdonk, aos 81') e Jaimy Ravensbergen. Técnica: Corina Dekker


Ajax 5x1 NAC Breda (domingo, 21 de dezembro de 2025)

Local: De Toekomst (Amsterdã) 
Árbitro: Robin Brinkman
Gols: Danique Noordman, aos 2', Danique Tolhoek, aos 17', Daniëlle Noordermeer, aos 36' e aos 51', Kim Hendriks, aos 50', e Xanne Kip, aos 82'
Jogo resumido: O Ajax até demorou mais do que contra o Utrecht, mas novamente encaminhou a vitória no primeiro tempo, terminando 2025 como líder isolado da Vrouwen Eredivisie. Com dois gols de falta, Noordermeer foi o grande destaque

AJAX
Regina van Eijk; Daliyah de Klonia, Daniëlle Noordermeer (Joëlle Smits, aos 56'), Renée van Asten e Jonna van de Velde; Mirte van Koppen (Lina Touzani, aos 46'), Louise van Oosten (Nayomi Buikema, aos 69') e Danique Noordman; Ranneke Derks (Jade van Hensbergen, aos 80'), Danique Tolhoek (Xanne Kip, aos 69') e Bo van Egmond. Técnica: Anouk Bruil

NAC BREDA
Nikki de Haan; Kiki Heshof, Lynn Verhoef, Yentl van Goch e Sarina Heijblom; Manoah van Houwelingen (Nikki van den Burg, aos 69'), Stephanie Coelho Aurélio (July Schneijderberg, aos 46') e Indi van Dalen (Cacharel Promes, aos 80'); Kim Hendriks, Brigitte Franken (Josje Visser, aos 80') e Emely van der Vliet (Suus de Blij, aos 46'). Técnico: Jan de Hoon


PSV 1x1 Feyenoord (domingo, 21 de dezembro de 2025)

Local: TenCate Stadion De Herdgang (Eindhoven) 
Árbitra: Lizzy van der Helm
Gols: Riola Xhemaili, aos 14', e Mao Itamura, aos 69'
Jogo resumido: O PSV começou melhor e logo abriu o placar por meio de um pênalti. Mas o Feyenoord reagiu a partir da desvantagem: melhorou, criou mais chances e conseguiu, afinal, o empate, no segundo tempo

PSV
Nicky Evrard; Sara Thrige (Anissa Chibani, aos 61'), Sisca Folkertsma, Melanie Bross e Emma Frijns; Laura Strik (Robine Lacroix, aos 77'), Nina Nijstad e Lore Jacobs (Chimera Ripa, aos 46'); Riola Xhemaili, Liz Rijsbergen e Renate Jansen. Técnico: Roeland ten Berge

FEYENOORD
Claire Dinkla; Noëlle van der Sluijs, Akari Takeshige, Celainy Obispo e Justine Brandau; Tess van Bentem, Kokona Iwasaki (Talia DellaPeruta, aos 61') e Kirsten van de Westeringh (Emma Pijnenburg, aos 84'); Zera Hulswit (Romée van de Lavoir, aos 61'), Esmee de Graaf e Mao Itamura. Técnica: Jessica Torny


AZ 0x1 Zwolle (domingo, 21 de dezembro de 2025)

Local: AFAS Trainingscomplex (Alkmaar) 
Árbitro: Drost
Gol: Sophie van Vugt, aos 45' + 2
Jogo resumido: O Zwolle teve muita sorte, num jogo equilibrado. Fez o gol ainda antes do intervalo, viu a expulsão da experiente Van Lunteren (destaque do AZ) e segurou a vitória fora de casa, se aproximando dos ponteiros

AZ
Trinette "Netty" Booms; Camie Mol (Pleun Groot, aos 84'), Karlijn Woons (Ayah Eloualidi, aos 84'), Maudy Stoop e Ginia Caprino; Jasmijn van Uden, Desirée van Lunteren e Manique de Vette; Shanique Dessing (Kealyn Thomas, aos 68'), Jet van Beijeren e Fieke Kroese (Sabrine Ellouzi, aos 68'). Técnico: Wouter de Vogel

ZWOLLE
Oliwia Szymczak; Jasmijn Dijsselhof, Maud Rutgers, Mayke Lindner e Inske Weiman; Chihiro Ishida, Kely Pruim (Senne van de Velde, aos 90' + 1), Sophie van Vugt (Ilse Kemper, aos 76') e Ragnheidur Jonsdóttir; Judith Roosjen (Lyanne Iedema, aos 68') e Hanna Huizenga. Técnico: Gert Peter van de Gunst


Heerenveen 1x2 Utrecht (domingo, 21 de dezembro de 2025)

Local: Het Sportpark Skoatterwâld (Heerenveen) 
Árbitra: Maureen Dröge
Gols: Rosalie Renfurm, aos 17', Lobke Loonen, aos 32', e Evi Maatman, aos 50'
Jogo resumido: O Utrecht se valeu de seus destaques para conseguir fechar 2025 com vitória

HEERENVEEN
Brenda Badenhop; Indy Appelmann, Ana Nassette, Fenna Meijer e Elize van Vilsteren; Sterre Kroezen (Roos de Haas, aos 78'), Elfi Maass (Bente Vermeer, aos 67') e Helena Macleane; Aymée Altena, Evi Maatman e Eef Kerkhof (Romaïssa Boukakar, aos 46'). Técnico: Niklas Tarvajärvi

UTRECHT
Femke Bastiaen; Joni Paliama (Kyra Koopman, aos 90'), Aline Weerelts (Merel Bormans, aos 46'), Gera op den Kelder e Soraya Verhoeve; Marthe Munsterman e Lena Mahieu (Felice Hermans, aos 81'); Maxime Snellenberg (Tami Groenendijk, aos 90'), Rosalie Renfurm e Sam de Jong (Nikita Tromp, aos 62'); Lobke Loonen. Técnica: Linda Helbling


Excelsior 1x1 ADO Den Haag (domingo, 21 de dezembro de 2025)

Local: Woudestein (Roterdã) 
Árbitro: Rouwenhorst
Gols: Katelyn Hendriks, aos 18', e Senna Koeleman, aos 41'
Jogo resumido: Num empate entre dois times que lutam contra o rebaixamento, o resultado ficou melhor para o Den Haag, mesmo ainda na lanterna

EXCELSIOR
Anouk van der Klooster; June Burgers, Mare Westerink (Lieke de With, aos 66'), Yara Helderman e Djennah Cherif; Janneke Verheijen, Katelyn Hendriks, Isa Gomez (Anna Maria van der Vlist, aos 46') e Veerle van Spijk (Shi-Jona Martina, aos 46'); Naomi Hilhorst (Hajar Balkhir, aos 66') e Chelsea Homan (Halzoun, aos 78'). Técnico: Mathijs Kreugel

ADO DEN HAAG
Barbara Lorsheyd; Bo Vonk (Jet van Mierlo, aos 90' + 1), Cato Pijnacker Hordijk, Senna Koeleman e Robin Blom; Nienke Mulder (Floortje Bol, aos 58') e Quinty Dupon; Iris Remmers (Dania Boussatta, aos 78'), Joëlle de Bondt e Femke Prins (Victoria Boerboom, aos 78'); Anne van Egmond (Ziva Henry, aos 90' + 1). Técnica: Sandra van Tol (interina)


Fichário: os jogos e os vídeos da 17ª rodada da Eredivisie 2025/26

Heracles Almelo 0x3 Heerenveen (sábado, 20 de dezembro de 2025)

Local: Polman/Asito Stadion (Almelo)
Árbitro: Martin van den Kerkhof
Gols: Jacob Trenskow, aos 55', Vasilis Zagaritis, aos 77', e Maxence Rivera, aos 90' + 5
Jogo resumido: Aos poucos, o Heerenveen tomou o controle do jogo em Almelo. Já tivera dois gols anulados no primeiro tempo, antes mesmo de abrir o placar (belo arremate de Trenskow), e rumou para vitória que o fez terminar 2025 embalado, na zona de vaga na Conference 

HERACLES ALMELO
Timo Jansink; Mike te Wierik, Damon Mirani, Alec van Hoorenbeeck e Djevencio van der Kust; Ajdin Hrustic e Thomas Bruns (Jan Zamburek, aos 73'); Bryan Limbombe, Mario Engels e Walid Ould-Chikh; Luka Kulenovic (Tristan van Gilst, aos 62'). Técnico: Ernest Faber

HEERENVEEN
Bernt Klaverboer; Oliver Braude, Sam Kersten, Maas Willemsen e Vasilis Zagaritis (Hristiyan Petrov, aos 79'); Joris van Overeem e Marcus Linday; Jacob Trenskow (Amourricho van Axel Dongen, aos 86'), Luuk Brouwers e Ringo Meerveld (Maxence Rivera, aos 63'); Dylan Vente (Nikolai Hopland, aos 87'). Técnico: Robin Veldman


Excelsior 2x1 Zwolle (sábado, 20 de dezembro de 2025)

Local: Woudestein (Roterdã)
Árbitro: Sander van der Eijk
Gols: Noah Naujoks, aos 20', Ryan Thomas, aos 47', e Irakli Yegoian, aos 78'
Jogo resumido: No primeiro tempo, o Excelsior dominou, podendo até ter feito mais gols. Corrigindo sua má atuação inicial, o Zwolle melhorou, empatou, o segundo tempo foi bem equilibrado... mas o time da casa venceu, num contragolpe completado com eficiência

EXCELSIOR
Stijn van Gassel; Ilias Bronkhorst, Rick Meissen, Casper Widell e Arthur Zagré; Lennard Hartjes (Lewis Schouten, aos 72') e Irakli Yegoian; Derensili Sanches Fernandes (Mike van Duinen, aos 87'), Noah Naujoks e Gyan de Regt; Jerolldino Berggraaf (Szymon Wlodarczyk, aos 64'). Técnico: Ruben den Uil

ZWOLLE
Tom de Graaff; Tristan Gooijer (Jan Faberski, aos 35'), Simon Graves (Gabriël Reiziger, aos 82'), Anselmo García MacNulty e Sherel Floranus; Ryan Thomas, Thijs Oosting (Nick Fichtinger, aos 70') e Zico Buurmeester; Shola Shoretire, Koen Kostons e Kaj de Rooij (Dylan Mbayo, aos 46'). Técnico: Henry van der Vegt

NEC 2x2 Ajax (sábado, 20 de dezembro de 2025)

Local: De Goffert (Nijmegen)
Árbitro: Allard Lindhout
Gols: Bryan Linssen, aos 3', Kasper Dolberg, aos 38', Mika Godts, aos 44', e Sami Ouaissa, aos 46' 
Jogo resumido: Destemido como tem sido nesta temporada, o NEC abriu rápido o placar, e sempre foi ofensivo. Eficiente como procura ser nesta reação, o Ajax aproveitou uma chance (e um erro do zagueiro Sandler) para fazer seus gols. Saiu com o empate e o terceiro lugar, num bom e animado jogo

NEC
Gonzalo Crettaz; Eli Dasa, Ahmetcan Kaplan e Philippe Sandler; Sami Ouaissa, Darko Nejasmic, Kodai Sano e Basar Önal (Kento Shiogai, aos 74'); Tjaronn Chery (Brayann Pereira, aos 75'), Koki Ogawa (Deveron Fonville, aos 63') e Bryan Linssen (Noé Lebreton, aos 63'). Técnico: Dick Schreuder

AJAX
Vitezslav Jaros; Anton Gaaei, Ko Itakura, Youri Baas e Lucas Rosa (Jorthy Mokio, aos 90' + 2); Youri Regeer, Davy Klaassen (Rayane Bounida, aos 73') e Sean Steur (Kenneth Taylor, aos 46'); Oscar Gloukh (Don-Angelo Konadu, aos 83'), Kasper Dolberg e Mika Godts. Técnico: Fred Grim (interino)


NAC Breda 0x1 Telstar (sábado, 20 de dezembro de 2025)

Local: Rat Verlegh (Breda)
Árbitro: Rob Dieperink
Gol: Patrick Brouwer, aos 77'
Jogo resumido: Aguentando os ataques do NAC Breda - principalmente pelas pontas -, o Telstar começou a avançar mais no segundo tempo. Num desses avanços, conseguiu o gol de uma vitória importantíssima: não só saiu da zona de repescagem/rebaixamento, como deixou o NAC na lanterna

NAC BREDA
Daniel Bielica; Cherrion Valerius, Denis Odoi (Enes Mahmutovic, aos 46'), Rio Hillen e Boy Kemper; Max Balard, Clint Leemans (Mohamed Nassoh, aos 46') e Kamal Sowah; Juho Talvitie (Sydney van Hooijdonk, aos 79'), Lewis Holtby (Moussa Soumano, aos 74') e Raul Paula (Brahim Ghalidi, aos 46'). Técnico: Carl Hoefkens

TELSTAR
Ronald Koeman Jr.; Neville Ogidi Nwankwo, Guus Offerhaus e Danny Bakker; Tyrese Noslin (Adil Lechkar, aos 63'), Nils Rossen, Tyrone Owusu e Jeff Hardeveld; Jochem Ritmeester van de Kamp (Dylan Mertens, aos 79') e Patrick Brouwer (Mohamed Hamdaoui, aos 78'); Milan Zonneveld (Kay Tejan, aos 78'). Técnico: Anthony Correia


Utrecht 1x2 PSV (domingo, 21 de dezembro de 2025)

Local: De Galgenwaard (Utrecht)
Árbitro: Bas Nijhuis
Gols: Mike van der Hoorn, aos 31', Ricardo Pepi, aos 52', Ivan Perisic, aos 76'
Jogo resumido: O PSV teve algumas dificuldades, contra um Utrecht que trouxe perigo e até teve mais chutes a gol. Só que a experiência e a qualidade técnica do líder da Eredivisie ajudaram a manter a calma e a conquistar a virada para a vitória, na etapa final

UTRECHT
Vassilis Barkas; Siebe Horemans, Mike van der Hoorn, Nick Viergever (Matisse Didden, aos 83') e Souffian El Karouani; Alonzo Engwanda e Gjivai Zechiël; Miguel Rodríguez, Victor Jensen e Yoann Cathline; Dani de Wit. Técnico: Ron Jans

PSV
Matej Kovar; Sergiño Dest, Jerdy Schouten, Yarek Gasiorowski e Mauro Júnior; Paul Wanner, Guus Til e Joey Veerman (Armando Obispo, aos 85'); Dennis Man (Esmir Bajraktarevic, aos 46'), Ricardo Pepi (Ryan Flamingo, aos 89') e Ivan Perisic (Noah Fernandez, aos 85'). Técnico: Peter Bosz


Feyenoord 1x1 Twente (domingo, 21 de dezembro de 2025)

Local: De Kuip (Roterdã)
Árbitro: Dennis Higler
Gols: Daan Rots, aos 19', e Gonçalo Borges, aos 74'
Jogo resumido: Na maior parte do jogo em De Kuip, nem parecia que o Twente era o visitante. Os Tukkers fizeram 1 a 0, e criaram chances até para vencerem por vantagem maior. Mas desperdiçaram as chances, e o Feyenoord, mais no esforço, conseguiu o empate. Só que a situação não melhorou muito

FEYENOORD
Timon Wellenreuther; Jordan Lotomba, Anel Ahmedhodzic, Tsuyoshi Watanabe e Jan Plug (Aymen Sliti, aos 68'); Hwang In-beom (Cyle Larin, aos 76'), Luciano Valente e Quinten Timber; Gonçalo Borges (Thijs Kraaijenveld, aos 84'), Ayase Ueda e Leo Sauer (Jaden Slory, aos 84'). Técnico: Robin van Persie

TWENTE
Lars Unnerstall; Bart van Rooij (Arno Verschueren, aos 87'), Staf Lemkin, Robin Pröpper e Mats Rots; Thomas van den Belt e Mathias Kjolo; Daan Rots, Kristian Hlynsson (Daouda Weidmann, aos 72') e Sondre Orjasaeter (Marko Pjaca, aos 63'); Sam Lammers (Ricky van Wolfswinkel, aos 72'). Técnico: John van den Brom 


Go Ahead Eagles 1x1 Groningen (domingo, 21 de dezembro de 2025)

Local: De Adelaarshorst (Deventer)
Árbitro: Ingmar Oostrom
Gols: Mathis Suray, aos 41', e Tika de Jonge, aos 61'
Jogo resumido: O equilíbrio no placar ficou bem visto na soma dos noventa minutos. No primeiro tempo, Go Ahead Eagles melhor; no segundo, o Groningen cresceu

GO AHEAD EAGLES
Jari de Busser;  Mats Deijl, Melle Meulensteen (Giovanni van Zwam, aos 73'), Joris Kramer e Dean James (Aske Adelgaard, aos 73'); Calvin Twigt (Yassir Salah Rahmouni, aos 46') e Evert Linthorst; Thibo Baeten (Oskar Sivertsen, aos 84'), Kenzo Goudmijn (Victor Edvardsen, aos 64') e Mathis Suray; Milan Smit. Técnico: Melvin Boel

GRONINGEN
Etienne Vaessen; Marco Rente (Tyrique Mercera, aos 69'), Dies Janse, Thijmen Blokzijl e Marvin Peersman (Wouter Prins, aos 84'); Tika de Jonge (Tygo Land, aos 69') e Stije Resink; Jorg Schreuders, Younes Taha e Thom van Bergen (David van der Werff, aos 83'); Brynjólfur Willumsson (Oskar Zawada, aos 68'). Técnico: Dick Lukkien


Fortuna Sittard 4x3 AZ (domingo, 21 de dezembro de 2025)

Local: Fortuna Sittard Stadion (Sittard)
Árbitro: Marc Nagtegaal
Gols: Justin Lonwijk, aos 9', Troy Parrott, aos 19', Sven Mijnans, aos 21', Kaj Sierhuis, aos 42' e aos 54', Mees de Wit, aos 71', e Phillip Brittijn, aos 86'
Jogo resumido: O Fortuna Sittard já começou atacando de um lado, o AZ se impôs do outro, e tudo isso resultou num jogo altamente animado. Pelo dia melhor de Sierhuis (dois gols), do goleiro Branderhorst (pegou um pênalti) e por insistir mais, os Fortunezen conseguiram a vitória

FORTUNA SITTARD
Mattijs Branderhorst; Ivo Pinto (Samuel Bastien, aos 90' + 3), Syb van Ottele, Iván Márquez e Shawn Adewoye; Phillip Brittijn e Ryan Fosso; Mohamed Ihattaren (Dimitrios Limnios, aos 89'), Justin Lonwijk (Paul Gladon, aos 72') e Kristoffer Peterson (Justin Hubner, aos 72'); Kaj Sierhuis (Marko Kerkez, aos 89'). Técnico: Danny Buijs

AZ
Rome-Jayden Owusu-Oduro; Mees de Wit, Wouter Goes (Dave Kwakman, aos 70'), Alexandre Penetra (Ibrahim Sadiq, aos 88') e Mateo Chávez (Elijah Dijkstra, aos 70'); Peer Koopmeiners, Sven Mijnans e Kees Smit; Weslley Patati, Troy Parrott e Isak Jensen (Ro-Zangelo Daal, aos 70'). Técnico: Maarten Martens

Volendam 0x1 Sparta Rotterdam (domingo, 21 de dezembro de 2025)

Local: KRAS Stadion (Volendam)
Árbitro: Jeroen Manschot
Gol: Tobias Lauritsen, aos 80'
Jogo resumido: O Sparta Rotterdam pressionou mais o Volendam no primeiro tempo, até. Curiosamente, quando a pressão já diminuía é que veio o pênalti da vitória

VOLENDAM
Kayne van Oevelen; Déron Payne (Precious Ugwu, aos 46'), Mawouna Kodjo Amevor, Nick Verschuren e Yannick Leliendal; Gibson Yah (Aaron Meijers, aos 87') e Nordin Bukala (Xavier Mbuyamba, aos 63'); Brandley Kuwas (Joel Ideho, aos 63'), Ozan Kökcü (Robert Mühren, aos 83') e Aurelio Oehlers; Henk Veerman. Técnico: Rick Kruys

SPARTA ROTTERDAM
Joël Drommel; Shurandy Sambo (Lushendry Martes, aos 46'), Marvin Young, Bruno Martins Indi (Mike Kleijn, aos 75') e Teo Quintero; Julian Baas e Joshua Kitolano (Tijs Velthuis, aos 89'); Mitchell van Bergen (Ayoub Oufkir, aos 75'), Ayoni Santos (Lance Duijvestijn, aos 75') e Shunsuke Mito; Tobias Lauritsen. Técnico: Maurice Steijn

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Fichário: os jogos e os vídeos da 16ª rodada da Eredivisie 2025/26

Telstar 2x2 NEC (sexta-feira, 13 de dezembro de 2025)

Local: BUKO Stadion (Velsen-Zuid)
Árbitro: Richard Martens
Gols: Jeff Hardeveld, aos 21' e aos 61', Bryan Linssen, aos 42', e Kento Shiogai, aos 77'
Jogo resumido: O Telstar foi até surpreendente. Mesmo apostando só nos contra-ataques, conseguiu ser eficiente, fazer dois gols, e ter ainda a chance de encaminhar a vitória num pênalti. Mas Hetli desperdiçou, e o NEC, mais qualificado tecnicamente, conseguiu empatar

TELSTAR
Ronald Koeman Jr.; Neville Ogidi Nwankwo, Guus Offerhaus e Danny Bakker; Tyrese Noslin (Mohamed Hamdaoui, aos 86'), Nils Rossen, Tyrone Owusu e Jeff Hardeveld; Jochem Ritmeester van de Kamp (Adil Lechkar, aos 86') e Patrick Brouwer (Kay Tejan, aos 78'); Soufiane Hetli (Milan Zonneveld, aos 78'). Técnico: Anthony Correia

NEC
Gonzalo Crettaz; Eli Dasa, Philippe Sandler (Jetro Willems, aos 69') e Deveron Fonville; Darko Nejasmic, Sami Ouaissa (Brayann Pereira, aos 69'), Kodai Sano e Basar Önal (Virgil Misidjan, aos 59'); Tjaronn Chery (Vito van Crooij, aos 69'); Bryan Linssen e Koki Ogawa (Kento Shiogai, aos 59'). Técnico: Dick Schreuder 


Groningen 3x0 Volendam (sábado, 13 de dezembro de 2025)

Local: Euroborg (Groningen)
Árbitro: Danny Makkelie
Gols: Stije Resink, aos 38' e aos 89', e Brynjólfur Willumsson, aos 74'
Jogo resumido: Mesmo antes de abrir o placar, o Groningen já rondava mais o ataque à procura do gol. A expulsão precoce de Amevor só abriu mais os caminhos para a vitória, afinal consolidada na reta final do jogo

GRONINGEN
Etienne Vaessen; Tyrique Mercera, Dies Janse, Thijmen Blokzijl e Marvin Peersman (Wouter Prins, aos 85'); Tika de Jonge (Tygo Land, aos 69') e Stije Resink; Jorg Schreuders (Mats Seuntjens, aos 85'), Younes Taha (David van der Werff, aos 69') e Thom van Bergen; Brynjólfur Willumsson (Oskar Zawada, aos 75). Técnico: Dick Lukkien

VOLENDAM
Kayne van Oevelen; Déron Payne, Mawouna Kodjo Amevor, Nick Verschuren e Yannick Leliendal; Nordin Bukala (Silvinho Esajas, aos 83') e Gibson Yah (Alex Plat, aos 61'); Aurelio Oehlers (Xavier Mbuyamba, aos 31'), Ozan Kökcü (Joel Ideho, aos 61') e Brandley Kuwas (Precious Ugwu, aos 81'); Henk Veerman. Técnico: Rick Kruys


PSV 4x3 Heracles Almelo (sábado, 13 de dezembro de 2025)

Local: Philips Stadion (Eindhoven)
Árbitro: Alex Bos
Gols: Ricardo Pepi, aos 20', Ismael Saibari, aos 32', Jizz Hornkamp, aos 45' + 6 e aos 73', Luka Kulenovic, aos 60', Joey Veerman, aos 70', e Guus Til, aos 81'
Jogo resumido: O PSV abriu 2 a 0 no placar e parecia tranquilo. Foi surpreendido pelo Heracles, com um pênalti e algumas falhas defensivas que levaram ao empate. Precisou se esforçar mais do que o esperado para vencer, mas afinal conseguiu, se garantindo como "campeão de inverno"

PSV
Matej Kovar; Sergiño Dest, Jerdy Schouten, Armando Obispo e Anass Salah-Eddine; Mauro Júnior, Guus Til e Joey Veerman (Ryan Flamingo, aos 83'); Dennis Man (Ivan Perisic, aos 61'), Ricardo Pepi e Ismael Saibari (Couhaib Driouech, aos 46'). Técnico: Peter Bosz

HERACLES ALMELO
Timo Jansink; Mike te Wierik, Damon Mirani, Alec van Hoorenbeeck e Ivan Mesik; Bryan Limbombe (Luka Kulenovic, aos 59'), Ajdin Hrustic, Thomas Bruns (Jannes Wieckhoff, aos 87') e Walid Ould-Chikh (Djevencio van der Kust, aos 79'); Tristan van Gilst (Mario Engels, aos 59') e Jizz Hornkamp (Mimeirhel Benita, aos 87'). Técnico: Ernest Faber


Zwolle 1x0 Fortuna Sittard (sábado, 13 de dezembro de 2025)

Local: MAC³Park Stadion (Zwolle)
Árbitro: Jannick van der Laan
Gol: Koen Kostons, aos 6' 
Jogo resumido: O Zwolle saiu rapidamente na frente. Depois, o Fortuna tentou empatar, quase sempre com jogadas surgidas de Mohamed Ihattaren, mas sem sucesso. Terceira vitória seguida em casa para os "Dedos Azuis"

ZWOLLE
Tom de Graaff; Tristan Gooijer, Simon Graves, Anselmo García MacNulty e Sherel Floranus; Jamiro Monteiro (Zico Buurmeester, aos 67'), Thijs Oosting (Nick Fichtinger, aos 84') e Ryan Thomas; Shola Shoretire, Koen Kostons e Kaj de Rooij. Técnico: Henry van der Vegt

FORTUNA SITTARD
Mattijs Branderhorst; Ivo Pinto (Dimitrios Limnios, aos 59'), Iván Márquez (Philip Brittijn, aos 70'), Syb van Ottele (Samuel Bastien, aos 83') e Shaun Adewoye; Ryan Fosso, Mohamed Ihattaren e Édouard Michut; Justin Lonwijk (Paul Gladon, aos 59'), Kaj Sierhuis e Kristoffer Peterson (Makan Aïko, aos 59'). Técnico: Danny Buijs


Sparta Rotterdam 0x3 Heerenveen (domingo, 14 de dezembro de 2025)

Local: Het Kasteel (Roterdã)
Árbitro: Robin Hensgens
Gols: Jacob Trenskow, aos 25', Vasilis Zagaritis, aos 47', e Saïd Bakari (contra), aos 70'
Jogo resumido: Nem parecia que o jogo era em Roterdã. Muito rápido nos contra-ataques, o Heerenveen dominou toda a partida, e mal sofreu na defesa. Com eficiência, conseguiu a primeira vitória sem tomar gols na temporada

SPARTA ROTTERDAM
Joël Drommel; Shurandy Sambo (Saïd Bakari, aos 56'), Marvin Young, Teo Quintero e Mike Kleijn; Julian Baas (Lance Duijvestijn, aos 56'), Ayoni Santos (Nökkvi Thórisson, aos 70') e Joshua Kitolano; Shunsuke Mito, Tobias Lauritsen e Mitchell van Bergen (Ayoub Oufkir, aos 56'). Técnico: Maurice Steijn

HEERENVEEN
Bernt Klaverboer; Oliver Braude, Sam Kersten (Nikolai Hopland, aos 84'), Maas Willemsen e Vasilis Zagaritis (Hristiyan Petrov, aos 84'); Joris van Overeem e Marcus Linday (Luuk Brouwers, aos 71'); Jacob Trenskow, Ringo Meerveld e Eser Gürbüz (Maxence Rivera, aos 61'); Dylan Vente (Vaclav Sejk, aos 71'). Técnico: Robin Veldman


Ajax 2x0 Feyenoord (domingo, 14 de dezembro de 2025)

Local: Johan Cruyff Arena (Amsterdã)
Árbitro: Serdar Gözübüyük
Gols: Davy Klaassen, aos 13', e Jorthy Mokio, aos 90' + 4
Jogo resumido: Com rapidez nos contragolpes (ótimas atuações de Klaassen e Gloukh), no primeiro tempo, e organização defensiva no segundo (graças à segurança de Regeer, Bouwman e Itakura), o Ajax teve vitória redentora no Klassieker - terceira seguida na liga. No Feyenoord, crise à vista

AJAX
Vitezslav Jaros; Lucas Rosa, Aaron Bouwman, Ko Itakura e Owen Wijndal (Anton Gaaei, aos 66'); Youri Regeer, Davy Klaassen (Kian Fitz-Jim, aos 66') e Sean Steur (Jorthy Mokio, aos 74'); Oscar Gloukh (Rayane Bounida, aos 74'), Kasper Dolberg (Don-Angelo Konadu, aos 82') e Mika Godts. Técnico: Fred Grim (interino)

FEYENOORD
Timon Wellenreuther; Bart Nieuwkoop (Jordan Lotomba, aos 32'), Anel Ahmedhodzic, Tsuyoshi Watanabe e Gijs Smal (Jordan Bos, aos 63'); Oussama Targhalline (Casper Tengstedt, aos 81'), Luciano Valente (Hwang In-beom, aos 63') e Quinten Timber; Anis Hadj-Moussa, Ayase Ueda e Leo Sauer (Aymen Sliti, aos 81'). Técnico: Robin van Persie


Twente 2x0 Go Ahead Eagles (domingo, 14 de dezembro de 2025)

Local: De Grolsch Veste (Enschede)
Árbitro: Joey Kooij
Gols: Sam Lammers, aos 20' e aos 45' + 2
Jogo resumido: Em toda a partida, o Twente foi bem mais ofensivo. Poderia ter vencido até por vantagem maior

TWENTE
Lars Unnerstall; Bart van Rooij, Staf Lemkin, Robin Pröpper e Mats Rots; Ramiz Zerrouki e Thomas van den Belt (Mathias Kjolo, aos 80'); Daan Rots, Kristian Hlynsson (Arno Verschueren, aos 59') e Marko Pjaca (Ricky van Wolfswinkel, aos 67'); Sam Lammers (Bas Kuipers, aos 80'). Técnico: John van den Brom

GO AHEAD EAGLES
Jari de Busser; Mats Deijl (Aske Adelgaard, aos 46'), Giovanni van Zwam, Joris Kramer e Dean James (Jakob Breum, aos 80'); Yassir Salah Rahmouni (Calvin Twigt, aos 46') e Melle Meulensteen; Thibo Baeten, Victor Edvardsen (Finn Stokkers, aos 73') e Mathis Suray (Richonell Margaret, aos 46'); Milan Smit. Técnico: Melvin Boel


NAC Breda 1x1 Utrecht (domingo, 14 de dezembro de 2025)

Local: Rat Verlegh (Breda)
Árbitro: Jeroen Manschot
Gols: Raul Paula, aos 20', e Dani de Wit, aos 26'
Jogo resumido: Entre o maior esforço do NAC Breda (que teve chances do gol da vitória, nos acréscimos do 2º tempo) e a maior técnica do Utrecht (que fez o goleiro Bielica trabalhar mais), ficou mesmo o empate no placar

NAC BREDA
Daniel Bielica; Cherrion Valerius, Denis Odoi, Rio Hillen e Boy Kemper; Clint Leemans (Mohamed Nassoh, aos 67'), Max Balard e Lewis Holtby (Sydney van Hooijdonk, aos 67'); Juho Talvitie (Moussa Soumano, aos 83'), Kamal Sowah e Raul Paula (Brahim Ghalidi, aos 67'). Técnico: Carl Hoefkens

UTRECHT
Vassilis Barkas; Niklas Vesterlund (Siebe Horemans, aos 81'), Mike van der Hoorn, Nick Viergever e Souffian El Karouani; Alonzo Engwanda, Victor Jensen e Gjivai Zechiël (Can Bozdogan, aos 68'); Miguel Rodríguez (Adrian Blake, aos 68'), Dani de Wit (Sébastien Haller, aos 68') (Emirhan Demircan, aos 80') e Yoann Cathline. Técnico: Ron Jans


AZ x Excelsior - ADIADO

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Fichário das mulheres: os jogos e os vídeos da 9ª rodada da Eredivisie feminina 2025/26

Feyenoord 1x0 Zwolle (domingo, 7 de dezembro de 2025)

Local: Varkenoord (Roterdã)
Árbitro: Arjen Nauta
Gol: Kirsten van de Westeringh, aos 45'
Jogo resumido: A lesão aparentemente grave no joelho da goleira Weimar abalou um tanto o Feyenoord. Mas o time da casa se reanimou e conseguiu a vitória, num jogo com mais pegada (incluindo duas expulsões) do que técnica

FEYENOORD
Jacintha Weimar (Claire Dinkla, aos 12'); Noëlle van der Sluijs (Dechamaily Lont, aos 68'), Akari Takeshige, Celainy Obispo e Justine Brandau; Tess van Bentem; Zera Hulswit (Romée van de Lavoir, aos 70'), Kirsten van de Westeringh, Kokona Iwasaki e Esmee de Graaf; Mao Itamura (Sanne Kopman, aos 90' + 2). Técnica: Jessica Torny

ZWOLLE
Oliwia Szymczak; Inske Weiman, Mayke Lindner (Maureen van Drogen, aos 89'), Maud Rutgers e Jasmijn Dijsselhof; Kely Pruim (Senne van de Velde, aos 64') e Chihiro Ishida (Sanne Davelaar, aos 89'); Judith Roosjen (Lyanne Iedema, aos 64'), Sophie van Vugt (Ilse Kemper, aos 64') e Ragnheidur Jonsdóttir; Hanna Huizenga. Técnico: Gert Peter van de Gunst


Ajax 8x0 Utrecht (domingo, 7 de dezembro de 2025)

Local: De Toekomst (Amsterdã) 
Árbitro: Jesper Ijkema
Gols: Bo van Egmond, aos 6' e aos 28', Ranneke Derks, aos 27', 56' e 61', Danique Tolhoek, aos 39' e aos 45' + 6, e Jonna van de Velde, aos 45' + 5
Jogo resumido: Desde o começo, Van Egmond sinalizou que sua atuação seria excelente. Tolhoek e Derks se juntaram depois. E ofensivo ao extremo, o Ajax fez o Utrecht pagar pela goleada imposta pelo Zwolle. Nada melhor do que uma goleada para a recuperação do time de Amsterdã

AJAX
Regina van Eijk; Daliyah de Klonia, Jonna van de Velde, Renée van Asten (Jade van Hensbergen, aos 46') e Amber Visscher; Mirte van Koppen (Joëlle Smits, aos 65'), Isa Colin (Louise van Oosten, aos 25') e Danique Noordman; Bo van Egmond (Xanne Kip, aos 89'), Danique Tolhoek e Ranneke Derks (Lina Touzani, aos 64'). Técnica: Anouk Bruil

UTRECHT
Femke Bastiaen; Joni Paliama (Sam de Jong, aos 83'), Aline Weerelts (Maxime Snellenberg, aos 46'), Gera op den Kelder e Soraya Verhoeve (Esra Neter, aos 46'); Marthe Munsterman (Kyra Koopman, aos 69'), Dieke van Straten (Tami Groenendijk, aos 46'), Rosalie Renfurm e Lena Mahieu; Lobke Loonen e Nikita Tromp. Técnica: Linda Helbling


ADO Den Haag 0x2 PSV (domingo, 7 de dezembro de 2025)

Local: WerkTalent Stadion (Haia) 
Árbitro: Rob Souwen
Gols: Liz Rijsbergen, aos 51', e Lore Jacobs, aos 79'
Jogo resumido: Até que o Den Haag segurou o PSV por mais tempo do que se pensava, mas o time de Eindhoven conseguiu buscar a vitória no segundo tempo

ADO DEN HAAG
Barbara Lorsheyd; Bo Vonk (Jet van Mierlo, aos 81'), Cato Pijnacker Hordijk, Senna Koeleman e Robin Blom; Quinty Dupon, Joëlle de Bondt e Nienke Mulder (Victoria Boerboom, aos 65'); Iris Remmers (Floortje Bol, aos 65'), Anne van Egmond (Dania Boussatta, aos 78') e Femke Prins (Ziva Henry, aos 78'). Técnica: Sandra van Tol (interina)

PSV
Nicky Evrard; Melanie Bross, Myrthe Kemper-Moorhees, Anissa Chibani (Sara Thrige, aos 81') e Emma Frijns (Aniek Nouwen, aos 65'); Laura Strik, Nina Nijstad e Chimera Ripa (Lore Jacobs, aos 65'); Liz Rijsbergen, Riola Xhemaili (Robine Lacroix, aos 75') e Renate Jansen. Técnico: Roeland ten Berge


NAC Breda 0x2 Heerenveen (domingo, 7 de dezembro de 2025)

Local: Rat Verlegh (Breda) 
Árbitra: Lizzy van der Helm
Gols: Aymée Altena, aos 45' e aos 84'
Jogo resumido: O Heerenveen contou com o destaque da jovem Aymée Altena, com a eficiência de dois gols e até com a sorte (o NAC Breda teve um gol anulado, ainda com 1 a 0 no placar) para conseguir a vitória que lhe deu um salto para a oitava posição na tabela

NAC BREDA
Nikki de Haan; Kiki Heshof (Minke Goutier, aos 82'), Manoah van Houwelingen, Lynn Verhoef, Sarina Heijblom e Yentl van Goch; Kim Hendriks, Stephanie Coelho Aurelio e Emely van der Vliet; Indi van Dalen (Josje Visser, aos 70') e Brigitte Franken (July Schneijderberg, aos 71'). Técnico: Jan de Hoon

HEERENVEEN
Brenda Badenhop; Ana Nassette, Fenna Meijer, Bente Vermeer e Lisanne Venema; Elize van Vilsteren, Sterre Kroezen (Romaïssa Boukakar, aos 73') e Elfi Maass; Aymée Altena, Eef Kerkhof e Evi Maatman. Técnico: Niklas Tarvajärvi


HERA United 1x1 Excelsior (domingo, 7 de dezembro de 2025)

Local: Sportpark Goed Genoeg (Amsterdã) 
Árbitra: Cynthia van Kruiselbergen
Gols: Jannette van Belen, aos 45', e Veerle van Spijk, aos 82'
Jogo resumido: Melhor em grande parte do jogo, o HERA United abriu o placar e controlou sua vantagem. Mas o Excelsior foi atrás e conseguiu o empate, nos minutos finais

HERA UNITED
Kelly Steen; Puck Donker, Nicole Stoop, Tess Tiebie e Esmée Daalman; Yasmin Kleef e Tanaka; Lieke Vis (Mila Lagcher, aos 82'), Chinatsu Kira e Samya Hassani (Isabelle Nottet, aos 61'); Jannette van Belen. Técnico: Ed Engelkes

EXCELSIOR
Anouk van der Klooster; Veerle van Spijk, Yara Helderman, Mare Westerink (Anna Maria van der Vlist, aos 73') e Djennah Cherif; June Burgers, Janneke Verheijen, Mahiro Yamamoto (Isa Gomez, aos 46') e Chelsea Homan (Shi-Jona Martina, aos 61'); Naomi Hilhorst e Katelyn Hendriks. Técnico: Mathijs Kreugel


Twente x AZ (quarta-feira, 21 de janeiro de 2026)