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| Yegoian (à esquerda) e Naujoks ajudaram o Excelsior a evitar excessivas sequências negativas, vencer adversários diretos e se garantir na primeira divisão (Hans van der Valk/BSR Agency/Getty Images) |
Colocação final: 13º lugar, com 38 pontos (10 vitórias, 8 empates e 16 derrotas - atrás pelo pior saldo de gols)
No turno havia sido: 12º lugar, com 19 pontos
Time-base: Van Gassel; Bronkhorst, Widell, Meissen e Zagré (Schouten); Carlén (Hartjes), Yegoian e Naujoks; Sanches Fernandes, De Regt e Hansson (Bergraaf/Wlodarczyk)
Técnico: Ruben den Uil
Maior vitória: Excelsior 5x0 Utrecht (31ª rodada)
Maior derrota: NEC 5x0 Excelsior (1ª rodada)
Principal jogador: Noah Naujoks (meio-campista)
Artilheiro: Noah Naujoks (meio-campista), com 10 gols
Quem deu mais passes para gol: Gyan de Regt (atacante), com 7 passes
Quem mais partidas jogou: Casper Widell (zagueiro) e Gyan de Regt (atacante), que jogaram todas as 34 partidas
Copa nacional: eliminado pelo Excelsior Maassluis (terceira divisão), na primeira fase
Competições continentais: nenhuma
Desde o começo da temporada, o Excelsior vivia as agruras a que já acostumado, na tentativa de escapar do rebaixamento. Às vezes, com momentos de baixa, como na queda precoce na Copa da Holanda, para o amador Excelsior Maassluis. Às vezes, com a alta - aqui, a vitória sobre o Ajax (2 a 1, na 13ª rodada), primeiro triunfo dos Kralingers em Amsterdã na história deles na Eredivisie, será sempre um ponto alto quando torcedores se lembrarem desta temporada 2025/26. Todavia, o time já começou o returno em 2026 tomando 5 a 1 do PSV. Mesmo numa sequência de quatro empates, a equipe de Roterdã se segurava nas posições acima da zona de repescagem/rebaixamento, apostando em alguns de seus destaques. Na defesa, o lateral esquerdo Arthur Zagré, praticamente um ala; no meio-campo, Noah Naujoks, sempre um destaque; e no ataque, Derensili Sanches Fernandes cresceu pouco a pouco na temporada.
Contudo, a sequência de cinco derrotas entre a 23ª e a 27ª rodadas jogou o Excelsior na 16ª posição, que forçaria a disputa da repescagem de acesso. Empatar com o Heracles Almelo, lanterna - 1 a 1, na 28ª rodada - e perder do NEC - 2 a 0, na rodada seguinte - mantinha a situação próximo do desesperador. Foi aí que os Kralingers reagiram. Para a sorte deles, a tabela tinha dois jogos contra adversários diretos contra a queda, Zwolle e Volendam. Porém, no meio do caminho das cinco rodadas finais, o Excelsior pegaria dois times na parte de cima da tabela, Utrecht e Excelsior. Pois os Rotterdammers passaram invictos por tudo isso. Contra o Zwolle (30ª rodada), 2 a 2; contra o Utrecht, impuseram incrível goleada por 5 a 0, em grande dia de Sanches Fernandes, aumentando o otimismo da torcida; contra o Groningen, então, vitória eletrizante por 3 a 2, com Gyan de Regt fazendo o gol decisivo nos acréscimos; e ao chegar ao Volendam, na penúltima rodada, o 1 a 1 garantiu mais uma temporada na primeira divisão. Tarefa cumprida, ela foi celebrada com uma vitória em clássico citadino na última rodada (3 a 2 no Sparta Rotterdam). E o Excelsior conseguiu manter sua inconstância - segundo pior mandante, um digno 10º lugar como visitante - sob controle. É preparar os nervos para 2026/27, provavelmente outra temporada de sufoco.

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