Amsterdamsche Football Club - Ajax
Cidade: Amsterdã
Estádio: Johan Cruyff Arena (capacidade para 53.502 torcedores)
Apelidos: Godenzonen (em holandês, "os filhos dos deuses" - apelido dado desde o time campeão europeu em 1994/95, pela torcida, como se o Ajax fosse escolhido pelos deuses para ser o representante do bom futebol no mundo); Ajacieden (nome dado a torcedores e jogadores do clube); Amsterdammers
Títulos: 36 Campeonatos Holandeses (merecem citação dois títulos mundiais, quatro Copas/Ligas dos Campeões, 1 Copa da UEFA e 19 Copas da Holanda)
Ranking histórico: 1º
Patrocínio: Ziggo (empresa de telecomunicações)
Técnico: Miguel Ángel "Míchel" Sánchez
Destaque: Mika Godts (atacante)
Fique de olho: Marcos Leonardo (atacante)
Brasileiros no elenco: Lucas Rosa (lateral direito), Caio Henrique (lateral esquerdo) e Marcos Leonardo (atacante)
Temporada passada: 5º lugar
Destaque: Mika Godts (atacante)
Fique de olho: Marcos Leonardo (atacante)
Brasileiros no elenco: Lucas Rosa (lateral direito), Caio Henrique (lateral esquerdo) e Marcos Leonardo (atacante)
Temporada passada: 5º lugar
Copas europeias: Conference League (enfrentará o Shelbourne-IRL, na terceira fase preliminar)
Objetivo: Título
Amistosos de pré-temporada:
4 de julho - Ajax 1x3 Panathinaikos-GRE
6 a 11 de julho - Viagem de pré-temporada, em Garderen (Holanda/Países Baixos)
10 de julho - Ajax 1x0 AEK Larnaca-CHP
15 de julho - Ajax 1x1 Bochum-ALE
18 de julho - Ajax 1x0 Olympiacos-GRE
26 de julho - Ajax 2x1 Burnley-ING
2 de agosto - Volendam (segunda divisão holandesa) 1x3 Ajax
Principais chegadas: Marc-André ter Stegen (G, Barcelona-ESP), Caio Henrique (D, Monaco-FRA), [Dies Janse (D, Groningen)], Thilo Kehrer (D, Monaco-FRA), Daley Blind (D, Girona-ESP), Jofre Torrents (D, Barcelona-ESP), Sofyan Amrabat (M/D, Fenerbahçe-TUR), Julian Brandt (M, Borussia Dortmund-ALE), Viktor Tsygankov (A, Girona-ESP), Simon Adingra (A, Sunderland-ING), Marcos Leonardo (A, Al Hilal-SAU), Tolu Arokodare (A, Wolverhampton-ING) e Jano Monserrate (A, Atlético de Madrid-ESP)
Principais saídas: [Vitezslav Jaros (G, Liverpool-ING)], Takehiro Tomiyasu (D, fim de contrato), [Ahmetcan Kaplan (D, NEC)], Ko Itakura (D, Borussia Mönchengladbach-ALE), [Oleksandr Zinchenko (D/A, Arsenal-ING)], Kian Fitz-Jim (M, Torino-ITA), Youri Regeer (M, Werder Bremen-ALE) Sean Steur (M, Newcastle-ING), Branco van den Boomen (M, Angers-FRA), Mika Godts (A, Paris Saint Germain-FRA), Wout Weghorst (A, Twente) e [Chuba Akpom (A, Ipswich Town-ING)]
Legenda
Jogador (posição, clube)
Empréstimo
[retorno de empréstimo]
[transferência em definitivo após empréstimo]
Desde o primeiro semestre deste 2026 como diretor de futebol - mais até do que isso, diretor esportivo - do Ajax em que seu pai foi e é o maior dos ícones, Jordi Cruyff já deixava claro: não estava no clube de Amsterdã para um daqueles projetos de reformulação que demoram alguns anos até colocar as coisas nos eixos. Está certo que a reformulação seguirá ocorrendo após anos difíceis, mas pelo menos na Eredivisie, que já não vencem há quatro anos, os Ajacieden têm a obrigação de disputarem o título e afastarem o risco de vexames, como o que quase aconteceu na temporada passada, com o clube só garantindo a vaga na Conference League dentro da decisão de cobranças da marca do pênalti, na repescagem pós-temporada. Para tentar isso, se o pai é considerado influência decisiva no futebol espanhol como um todo, a partir do Barcelona, Jordi começou a "espanholizar" o Ajax. A começar pelo técnico a conduzir essa reação: nem mesmo o rebaixamento do Girona que comandou por alguns anos inibiu a contratação de Miguel Ángel "Míchel" Sánchez, considerado ainda um técnico capaz de aprumar os Ajacieden. Sob "Míchel", já vieram algumas contratações ambiciosas, dignas de animar a torcida.
A primeira delas, com o brasileiro Caio Henrique, opção considerada muito adequada para a lateral esquerda. A segunda, com um retorno esperado havia algum tempo: Daley Blind, verdadeiro estandarte do Ajax (tanto quanto o pai Danny), volta para a terceira passagem pelo clube de Amsterdã - e não só para o último ano de sua carreira, mas já com vistas a um cargo no clube após esta temporada final. A terceira veio com uma aposta promissora para o ataque: se o veterano Wout Weghorst saiu pela porta da frente - o que talvez lhe faltasse em técnica sempre sobrou em esforço, o que rendeu o respeito da torcida Ajacied -, o nigeriano Tolu Arokodare já caiu nas graças da torcida, e o brasileiro Marcos Leonardo é considerado altamente capacitado para marcar gols e cumprir o objetivo que o fez vir do Al-Hilal saudita (recuperar espaço no futebol europeu, a partir de um time forte, num campeonato médio, para depois tentar algo mais competitivo). Isso tudo, sem contar a chegada de Marc-André ter Stegen, para tentar recuperar o ritmo e retomar a qualidade indiscutível no gol durante o empréstimo. A surpresa da vinda de Julian Brandt, negociação cuidada desde abril pela diretoria, em segredo. E mais vieram: Sofyan Amrabat, o volante desejado; Thilo Kehrer, polivalente na defesa; Simon Adingra, para ajudar nas pontas... Além do mais, ficaram no clube nomes promissores - embora o mais promissor de todos, Mika Godts, tenha saído - e veteranos que podem ajudar - claro, Davy Klaassen e Steven Berghuis. Tudo para cumprir a obrigação a que Jordi Cruyff "autoimpôs" o Ajax: pelo menos na Eredivisie, voltar a ser campeão.

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