Feyenoord Rotterdam
Cidade: Roterdã
Estádio: De Kuip (capacidade para 51.137 torcedores)
Apelidos: Stadionclub (em holandês, "o clube do estádio" - referência a De Kuip, considerado o mais tradicional estádio do país); Feyenoorders; Rotterdammers
Títulos: 16 Campeonatos Holandeses (merecem citação um título mundial, uma Copa dos Campeões, duas Copas da UEFA e 12 Copas da Holanda)
Ranking histórico: 3º
Patrocínio: Media Markt (rede de lojas de eletroeletrônicos)
Técnico: Giovanni van Bronckhorst
Destaque: Anis Hadj-Moussa (atacante)
Fique de olho: Givairo Read (lateral direito)
Brasileiros no elenco: nenhum
Temporada passada: vice-campeão
Copas europeias: Liga dos Campeões (fase de liga)
Objetivo: título
Amistosos de pré-temporada:
4 de julho - Dordrecht (segunda divisão) 0x6 Feyenoord
11 de julho - Feyenoord 3x1 Club Brugge-BEL
17 de julho - Feyenoord 3x1 Charleroi-BEL
19 a 25 de julho - Viagem de pré-temporada à Bélgica
26 de julho - Feyenoord 2x1 Rayo Vallecano-ESP
2 de agosto - Feyenoord 2x1 Atalanta-ITA
Principais chegadas: Tjark Ernst (G, Hertha Berlin-ALE), [Neraysho Kasanwirjo (D, Fortuna Sittard)], [Jan Plug (D, Dordrecht)], Mika Màrmol (D, Las Palmas-ESP), Javi López (D, Real Sociedad-ESP), [Gjivai Zechiël (M, Utrecht)], [Luka Ivanusec (M, PAOK-GRE)], Charles Vanhoutte (M, Nice-FRA), [Calvin Stengs (A, Pisa-ITA)], [Jaden Slory (A, Go Ahead Eagles)], Reiss Nelson (A, Arsenal-ING) e Nacho Ferri (A, Westerlo-BEL)
Principais saídas: Timon Wellenreuther (G, Wolfsburg-ALE), Gernot Trauner (D, encerrou a carreira), Jan Plug (D, Excelsior), [Ramiz Zerrouki (M, Twente)], Hwang In-beom (M, Porto-POR), Calvin Stengs (A, AZ), Luka Ivanusec (M, Dinamo Zagreb-CRO), Leo Sauer (A, Stuttgart-ALE), Ayase Ueda (A, Lille-FRA), Casper Tengstedt (A, Toulouse-FRA), Aymen Sliti (A, Excelsior), Jaden Slory (A, Willem II), Shiloh 't Zand (A, Fortuna Sittard)
Legenda
Jogador (posição, clube)
Empréstimo
[retorno de empréstimo]
[transferência em definitivo após empréstimo]
"Se eu pudesse escolher, certamente Gio seria um dos nomes." Foi assim que Shaqueel van Persie, recuperado de lesão no joelho que o tirou da segunda metade da temporada passada, saudou o início dos trabalhos do "novo-velho" treinador do Feyenoord para esta temporada, sucessor de seu pai, Robin, muito contestado como técnico. Nem poderia ser diferente: afinal de contas, por mais que sua carreira de técnico jamais tenha embalado até agora, Giovanni van Bronckhorst sempre terá De Kuip como um porto seguro, ídolo histórico do clube que é, treinador do celebradíssimo título holandês de 2016/17 (fim de jejum de 18 anos) que foi. O peso simbólico foi uma das razões que o fez ser escolhido para treinar o Stadionclub, sob pressão após muitas decepções da temporada passada: ser eliminado na fase de grupos da Liga Europa, ver o PSV ser o campeão mais precoce da história do futebol profissional dos Países Baixos pontos e pontos à frente - nunca o vice-campeão teve desvantagem tão grande em 70 anos de Campeonato Holandês -, ter o cenário interno perdido em falta de rumo.
Pelo menos no começo da temporada, passos foram dados para evitar isso. Fora de campo, contratação tão celebrada quanto a de Van Bronckhorst foi a de Robert Eenhoorn, novo diretor geral do Feyenoord, considerado um dos grandes responsáveis na estabilização do AZ como o mais próximo dos grandes do futebol holandês. Ao lado do belga Dévy Rigaux, novo diretor de futebol, Eenhoorn já teve uma boa nova: De Kuip foi comprado do grupo de administração, e agora é posse do clube. Outra boa nova (temporária, pelo menos) é que nomes como Tsuyoshi Watanabe e Anis Hadj-Moussa, ambos presentes à Copa do Mundo, seguem em Roterdã, e poderão ser extremamente destacados se continuarem por lá (como Ayase Ueda foi, até que a oferta do Lille satisfizesse às partes). Mesmo se não continuarem, atletas como Sem Steijn e Luciano Valente podem ajudar bastante, junto a recém-chegados como Charles Vanhoutte e Ignacio "Nacho" Ferri. Os bons resultados de pré-temporada também mantêm bons augúrios. E o Feyenoord chega para tentar mais um título com o clima de renovação que era tão desejado. Agora, é sustentá-lo - e até ampliá-lo - em campo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário