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| Van Bergen carrega um Groningen que chega como azarão, mas com boas condições de surpreender (Ron Baltus/Soccrates/Getty Images) |
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Play-offs pela Conference League: um favorito. Um favorito?
quarta-feira, 21 de maio de 2025
Play-offs pela Conference League: reações e reaparições
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| O Twente chega à repescagem amparado nos gols de Steijn. Mas de nada adiantarão se a defesa não colaborar... (Broer van den Boom/BSR Agency/Getty Images) |
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| Bryan Linssen, crescendo na reta final, pode abrilhantar ainda mais o fim de temporada do NEC (Broer van den Boom/BSR Agency/Getty Images) |
quarta-feira, 22 de maio de 2024
Play-offs pela Conference League: aumentam as novidades
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| Desde 2022 no Go Ahead Eagles, Willumsson simboliza em campo um time firme dentro e fora de campo, que superou o orçamento pequeno com muita sabedoria ao usá-lo (Vincent Jannink/ANP/Getty Images) |
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| O Utrecht correu risco de nem chegar à repescagem que conhece tão bem. Mas se recuperou para chegar novamente a ela, contando com os gols de Sam Lammers (Gerrit van Keulen/ANP/Getty Images) |
quarta-feira, 31 de maio de 2023
Play-offs pela Conference League: três hábitos e um sonho
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| Livre de lesões no joelho, que o perturbaram, Vaclav Cerny é o destaque de um Twente muito competente e consistente. Que pode provar isso nos play-offs (Joris Verwijst/BSR Agency/Getty Images) |
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| Sydney van Hooijdonk assumiu a responsabilidade no Heerenveen. E será quem mais merecerá aplausos no time, caso o Fean leve a vaga (Bart Stoutjesdijk/ANP/Getty Images) |
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| Koki Saito virou ídolo e símbolo da grande esperança que o Sparta Rotterdam tem para voltar às competições continentais (Roy Lazet/ANP/Getty Images) |
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| "Tasos" Douvikas já fez 19 gols no Campeonato Holandês. O Utrecht precisa e deseja que ele faça mais alguns (Dennis Bresser/Soccrates/Getty Images) |
quarta-feira, 18 de maio de 2022
Play-offs pela Conference League: a salvação de várias lavouras
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| O AZ está um pouco desacostumado a se arriscar em play-offs. Terá de contar com Pavlidis e Karlsson (foto) para não se decepcionar mais (Pro Shots) |
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| Van Hooijdonk chegou ao Heerenveen em janeiro. Demorou um pouco a engrenar. Mas quando engrenou, simbolizou a reação do time rumo aos play-offs (ANP) |
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| Openda já merece respeito pela temporada que fez. Merecerá ainda mais, se continuar liderando tecnicamente o Vitesse (Pro Shots) |
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| Chegar à Conference League pode animar um pouco mais a temporada apenas razoável do Utrecht - e ser um fecho digno para a carreira de Willem Janssen (Pro Shots) |
terça-feira, 18 de maio de 2021
Play-offs pela Conference League: espere o inesperado
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| Antes a repescagem era pela Liga Europa. Agora, quatro clubes da Holanda (Países Baixos) disputarão lugar na primeira edição da Liga de Conferências (UEFA) |
Até duas temporadas atrás, a repescagem após as 34 rodadas regulares do Campeonato Holandês era por uma vaga na segunda fase preliminar da Liga Europa (quem a ganhou foi o Utrecht, em cima do Vitesse). Seria assim em 2019/20... mas a eclosão da pandemia de COVID-19 não deixou. Agora que, pelo menos, a Eredivisie pôde terminar normalmente, quando os play-offs voltam, é pela segunda vaga preliminar, mas no novo torneio de clubes da UEFA: a Liga de Conferências, a Conference League, que terá sua primeira edição em 2021/22.
Em parte, a repescagem trará o esperado. Além do formato conhecido - quatro clubes, divididos em duas chaves de dois, em eliminação simples -, dois dos times que disputarão o lugar na Conference League são clubes habituados ao chamado "sub-topo", ou seja, à própria repescagem, vez por outra. No entanto, o aperto do calendário forçado pela pandemia transformou o "mata-mata" em "mata-morre": um jogo único na primeira fase, e os vencedores também jogarão pelo espaço na Conference em 90 minutos. Além do mais, um dos jogos trará um clube que já não disputa torneios europeus há muito tempo. E que nunca viu oportunidade tão grande para conseguir surpreender.
Feyenoord x Sparta Rotterdam (quarta-feira, 16h de Brasília)

Torcida desconfiada (no mínimo), atuações apáticas, clima de despedida generalizado: cabe a nomes como Berghuis darem um fim mais honroso à temporada do Feyenoord (Pro Shots)
Feyenoord (5º colocado na temporada regular)
Mesmo já tendo um time mais frágil do que Ajax ou PSV ou mesmo AZ, o Feyenoord pelo menos ostentava nível técnico suficiente para assegurar a vaga direta em torneios continentais. Em 2020/21, não deu. A inconstância dentro de campo (o time tanto podia fazer 3 a 1 no PSV quanto tomar 3 a 2 do AZ, tudo isso em pleno De Kuip), as atuações apáticas em muitos jogos, a excessiva dependência de Steven Berghuis e Jens Toornstra: tudo isso condenou o Feyenoord à repescagem. De quebra, o time vem de uma reta final melancólica na Eredivisie: só uma vitória nos últimos cinco jogos.
Além do mais, esta repescagem deve marcar a despedida de muitos jogadores do Stadionclub - por exemplo, o goleiro Nick Marsman e o zagueiro Eric Botteghin. Falando em despedidas, Dick Advocaat faz suas últimas partidas como treinador, no banco de reservas: talvez, os últimos jogos de sua carreira. O clima de abatimento também é aumentado por um fator independente do futebol: se o Feyenoord for à decisão da vaga, o jogo final não seria em De Kuip (afinal, Roterdã já sediará a final do Eurovision, conhecido festival europeu de música). Pelo menos, haverá torcida nesta quarta-feira. E pelo menos, o clube vem de vitória na última rodada: 3 a 0 no RKC Waalwijk. Com Berghuis se destacando, naturalmente. Será suficiente para evitar o pessimismo?
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| O Sparta Rotterdam mostrou firmeza e contou com destaques como Smeets (10) e Thy (no meio) para voltar a sonhar em disputar uma competição europeia (Pro Shots) |
Sparta Rotterdam (8º colocado na temporada regular)
Na última rodada da Eredivisie, eram três clubes disputando a última vaga nos play-offs. O Sparta Rotterdam foi o único deles a vencer, com 2 a 1 no Heerenveen fora de casa. Teve como prêmio a manutenção do sonho de voltar a disputar um torneio europeu, após 36 anos (a última aparição foi na Copa da UEFA, em 1985/86). Prêmio justo, para um time que apresentou, acima de tudo, competência para se estabilizar no meio da tabela, primeiro, e subir nas últimas rodadas - foram cinco vitórias nas seis partidas derradeiras da temporada regular.
Tudo isso se deveu à firmeza dos Spartanen. Em primeiro lugar, pelo próprio estilo tático do técnico Henk Fräser: primeiro se cuida da defesa, para depois tentar o ataque. Depois, em todos esses setores, nomes de destaque. O teuto-nigeriano Maduka Okoye se tornou goleiro titular no decorrer da temporada, e se converteu num dos bons goleiros do campeonato; Abdou Harroui é volante tão promissor que é titular da seleção sub-21 da Holanda; e o alemão Lennart Thy ficou responsável pelos gols (com Bryan Smeets como bom coadjuvante). Bastou para alcançar algo que o clube do bairro de Spangen não alcançava havia muito tempo. Diante da má impressão deixada pelo rival citadino Feyenoord na reta final, quem sabe a surpresa não seja ainda mais agradável no tradicional estádio Het Kasteel.
Utrecht x Groningen (quarta-feira, 13h45 de Brasília)

Van de Streek foi um dos catalisadores da reação do Utrecht no returno - que pode ser coroada agora (Pro Shots)
Utrecht (6º colocado na temporada regular)
Na primeira metade da temporada, os Utregs foram considerados a decepção do campeonato para muitos (este blog, incluso). Um time que parecia lento, previsível, sem a ofensividade que o tornou um dos mais agradáveis de serem vistos nos últimos anos, dentro do Campeonato Holandês - e que o fazia candidato a estar na repescagem quando as 34 rodadas terminassem. O 10º lugar ao final de 2020, já sob o novo técnico René Hake, parecia uma posição que só seria superada caso o estilo antigo voltasse. Pois bem: voltou. O returno mostrou o Utrecht reconhecidamente agradável.
Nos contra-ataques, sempre puxados pela velocidade de Gyrano Kerk, um álibi que rendeu resultados como o 6 a 0 no Willem II, simplesmente a maior vitória fora de casa da história do clube na Eredivisie. Além de Kerk, já um símbolo do time nas temporadas recentes, Sander van de Streek cresceu bastante, se alternando entre o meio-campo e o ataque. Também ficou notável a reação de Adam Maher, enfim vivendo boa fase na carreira, sendo um meio-campista de bons lançamentos. Tal reação foi exemplificada num simples jogo: na partida atrasada da 22ª rodada, já na reta final da liga, em abril, o Utrecht foi o único time a render um tropeço ao campeão Ajax - 1 a 1, em plena Johan Cruyff Arena.
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| O Groningen fez temporada regular, é um time confiável, tem bons nomes... mas Robben se recuperou durante boa parte da temporada para brilhar exatamente agora (Pro Shots) |
Groningen (7º colocado na temporada regular)
Certo, durante boa parte da temporada o clube alviverde do norte holandês mostrou regularidade elogiável. Teve técnica em Mohamed El Hankouri e Ahmed El Messaoudi, teve velocidade em Gabriel Gudmundsson, teve experiência em Sergio Padt - goleiro que se despede, em seus últimos jogos antes de ir para o Ludogorets-BUL. Os Groningers ainda podem se orgulhar de serem um dos únicos times a terem vencido o campeão Ajax, ainda no turno (1 a 0).
Mas era claro: quem todos esperavam ainda não estava em campo. Arjen Robben passou boa parte da temporada se recuperando de problemas musculares. Começou a voltar na reta final - e já na antepenúltima rodada, brilhou, com dois passes para gol na goleada sobre o Emmen (4 a 0) em seu primeiro jogo começando como titular. Voltou ao banco contra o AZ, na penúltima rodada, e sequer entrou em campo na derrota para o Zwolle, no último jogo da liga. Exatamente para este momento: o Groningen já sabia que disputaria a repescagem. Precisaria de Robben em ótimas condições. E o técnico Danny Buijs já sinalizou: "Ele começará como titular. E só sai de campo se estiver 5 a 0 para nós, aos 45 do 2º tempo". Se o atacante tem uma chance para mostrar que valeu a pena voltar, é a hora.
sábado, 18 de maio de 2019
Play-offs pela Liga Europa: "título" de consolação
Vitesse x Groningen
Jogo de ida: neste sábado, às 15h45 de Brasília, em Groningen
Jogo de volta: terça-feira, 21 de maio, às 15h45 de Brasília, em Arnhem
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| Bryan Linssen pode até ter feito mais gols, mas a técnica que Odegaard exibiu fez dele o destaque do Vitesse, mostrando que ainda pode ser bom jogador (BSR Agency) |
Tão logo o campeonato começou, demorou um pouco até o técnico Leonid Slutsky achar o jeito certo de fazer o seu time jogar, com os nomes à disposição. Para piorar, um importante nome do começo da campanha foi perdido: o atacante Tim Matavz, por fratura na fíbula. Mas logo Slutsky conseguiu acertar a equipe. E os jogadores aproveitaram bem a chance, no 4-4-2. Na defesa, Danilho Doekhi e Jake Clarke-Salter (fora do jogo de ida, por lesão) mostraram firmeza, enquanto Vyacheslav Karavaev e Max Clark avançavam sem descuidarem da defesa.
No meio-campo, enquanto Thulani Serero cuidou bem da marcação e Alexander Büttner pôde enfim só atacar, como fazia já nos tempos da lateral, Martin Odegaard chegou à grande fase da carreira: muito ofensivo pela direita, o norueguês está comumente mencionado como um dos destaques da Eredivisie. No ataque, enquanto Matavz se recuperava da lesão, Thomas Buitink foi grata surpresa. Houve percalços, logo resolvidos - no gol, o português Eduardo, de atuações inconstantes, deu lugar a Remko Pasveer. E mesmo com momentos turbulentos, como a sequência de quatro empates na reta final, o Vites conseguiu se manter na quinta posição. Chega muito bem à repescagem, para tentar repetir o feito da temporada passada.
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| Ao pegar a bola na direita, o japonês Ritsu Doan sempre deu razão para a torcida do Groningen confiar que viriam jogadas perigosas para os adversários. Pode continuar assim (BSR Agency) |
No primeiro turno, havia uma notícia boa e uma ruim para o Groningen. A ruim: o time penava para sair das últimas colocações (nas dez primeiras rodadas, foram nove derrotas). A boa: já havia perspectivas de que a equipe poderia melhorar. Era só ter paciência. A diretoria teve, mantendo o trabalho do técnico Danny Buijs. A torcida teve, apoiando os jogadores. E os frutos vieram no returno: uma sequência de sete jogos sem derrotas - cinco vitórias e dois empates - levaram o time do norte holandês a rondar a zona de classificação para os play-offs.
No gol, após um começo de temporada turbulento, que o fez perder vagas nas convocações da seleção holandesa e a braçadeira de capitão da equipe, Sergio Padt voltou a demonstrar segurança. No meio-campo, Ritsu Doan se consolidou como o nome dos Groningers na temporada: técnico na direita, preciso nos chutes colocados, o japonês certamente será cobiçado por clubes de outros centros. E no ataque, enquanto Mimoun Mahi voltou a viver boa fase na reta final de sua passagem (rumará para o Zürich-SUI), Kaj Sierhuis aproveitou bem seu empréstimo, e Paul Gladon, vindo da reserva e fazendo gols, se tornou titular. Assim, o time alviverde superou a disputa com Willem II e ADO Den Haag, alcançando os play-offs. E chega motivado para tentar coroar sua reação.
Utrecht x Heracles Almelo
Jogo de ida: neste sábado, às 13h30 de Brasília, em Almelo
Jogo de volta: terça-feira, 21 de maio, às 13h30 de Brasília, em Utrecht
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| A torcida do Utrecht se acostumou com esta cena na temporada regular: ao correr com a bola e marcar, Kerk (à esquerda) é saudado pelos companheiros (BSR Agency) |
Não que o Utrecht tenha sido decepcionante na primeira metade da temporada: desde o começo, já era time para a zona dos play-offs por vaga na Liga Europa - quando nada, porque chegou à decisão da vaga na temporada passada (perdeu) e na retrasada também (ganhou). Porém, algo levava a crer que os Utregs estavam estagnados, precisando de uma mudança. Até por isso, ainda na fase inicial da temporada, veio a demissão do técnico Jean-Paul de Jong. E o veterano Dick Advocaat chegou. Se foi cauteloso como sempre na montagem do time (às vezes, mais do que devia), Advocaat também impôs sua experiência para trabalhar com os jogadores. Estes, por sua vez, melhoraram de desempenho.
Muito veloz no ataque, Gyrano Kerk foi o melhor dos Utregs na temporada regular, trabalhando bem com quaisquer dos parceiros na frente, fosse Sander van de Streek (mais finalizador), Othman Boussaid (também móvel pela esquerda) ou Nick Venema (revelação do clube na temporada, querido pela torcida). No meio-campo, a chegada de Riechedly Bazoer fortaleceu um setor que já contava com a técnica de Simon Gustafson e a experiência de Urby Emanuelson. Na defesa, Willem Janssen seguiu como esteio da equipe, mostrando a liderança que sempre teve, enquanto o lateral direito Sean Klaiber era a opção de surpresa nos avanços. Assim, o Utrecht conseguiu bons resultados, como o empate contra o PSV e a vitória sobre o Feyenoord. E por mais que Dick Advocaat negue o favoritismo, o time alvirrubro chega mais experiente, para tentar buscar a vaga na Liga Europa.
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| Kuwas (ao centro) e Adrián Dalmau (direita) fizeram o companheiro Breukers (esquerda) festejar muitos gols do Heracles. E a torcida também (BSR Agency) |
Do jeito como iniciou sua campanha, o Heracles deu a impressão de que nem precisaria dos play-offs para alcançar uma vaga em competições europeias: chegaria a elas pela quarta ou pela terceira posições. Nas dez primeiras rodadas, foram sete vitórias e dois empates (uma das igualdades, contra o Ajax, em Amsterdã, na estreia). De certa forma, essa estreia fulgurante confirmava o bom começo do técnico alemão Frank Wormuth no clube. E premiava a firmeza da defesa, com o goleiro Janis Blaswich como destaque. No ataque, Brandley Kuwas e Kristoffer Peterson, já destaques na temporada passada, recebiam um companheiro de igual talento com a chegada do espanhol Adrián Dalmau.
No decorrer do Campeonato Holandês, as inconstâncias no desempenho se apresentaram. No final do mesmo primeiro turno em que começaram brilhando, os Heraclieden amargaram seis derrotas. Caíram de posição e chegaram até a temer a perda do lugar na zona da repescagem, com as subidas de Groningen, Willem II e ADO Den Haag. O começo do returno não foi muito melhor: três jogos, três derrotas. Aí entrou o talento. Frank Wormuth fez algumas mudanças na defesa, que deram certo: no miolo de zaga, Maximilian Rossmann e Dario van den Buijs se entrosaram, enquanto Kuwas e Dalmau seguiram muito bem no ataque. Valeu para uma vitória sobre o futuro campeão Ajax (aliás, o time de Almelo foi o único a não ter sido derrotado pelos Ajacieden nesta Eredivisie). Valeu para Dalmau se manter como homem-gol da equipe. E valeu para o Heracles se segurar, manter a regularidade e chegar aos play-offs. Resta ver se o clima de despedida já estabelecido no clube - Kuwas, por exemplo, já anunciou que sai para o Al Nasr-EAU - perturbará em algo contra o Utrecht.
sábado, 12 de maio de 2018
Melhor do que a Eredivisie
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| Mount (à esquerda) foi o destaque de uma das surpresas das repescagens: a fácil vitória do Vitesse (vitesse.nl) |
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| O Dordrecht quebrou a banca nos play-offs pela vaga na Eredivisie: reverteu a grande vantagem do Cambuur (Pro Shots) |




























