segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Parada obrigatória: Groningen

Com a força e a velocidade de Zeefuik (à esquerda) na defesa, o Groningen está seguro na tabela. Resta o ataque contar com gols de mais gente como Sierhuis (à direita) (Pro Shots)

Posição: 10º colocado, com 25 pontos
Técnico: Danny Buijs
Time-base: Padt; Zeefuik, Te Wierik, Itakura e Warmerdam; Hrustic, El Messaoudi, Matusiwa (Lundqvist) e El Hankouri; Sierhuis e Benschop (Asoro)
Maior vitória: Groningen 3x0 RKC Waalwijk (9ª rodada)
Maiores derrotas: Groningen 1x3 Twente (2ª rodada) e PSV 3x1 Groningen (4ª rodada)
Copa da Holanda: eliminado na segunda fase, pelo Utrecht
Competição europeia: nenhuma
Artilheiro: Kaj Sierhuis (atacante), com 5 gols
Objetivo do início: meio de tabela/vaga nos play-offs pela Liga Europa
Avaliação: Em que pese o ataque pouco produtivo, os Groningers já se aprumaram na temporada. Estão no meio da tabela, mas ainda podem sonhar com os play-offs pela Liga Europa, caso vençam adversários diretos.
Fará os treinos da pausa de inverno em... Horst, cidade nos Países Baixos, de 8 a 11 de janeiro
E amistosos? Contra o SV Rödingshausen-ALE, em 8 de janeiro, e contra o Rot-Weiss Essen-ALE, em 11 de janeiro

Depois da notável reação durante a temporada passada, quando o time partiu da zona de repescagem/rebaixamento diretamente para os play-offs por vaga na Liga Europa, só se esperava que o Groningen demorasse menos para embalar no campeonato. Pois bem: foi o que aconteceu. Está certo que houve pelo menos um momento ruim (entre a quarta e a oitava rodada, somente uma vitória, e o time ficou só duas posições acima da zona de queda), mas a equipe logo se recuperou disso. Depois, engatou uma sequência de cinco vitórias e um empate, indo definitivamente para o meio da tabela - e cumprindo a primeira expectativa, de certa forma.

Era esperada uma maior firmeza, de fato. Principalmente, porque a equipe do norte neerlandês mostra uma defesa entrosada e resistente - não à toa, a terceira melhor do campeonato (18 gols sofridos, só abaixo de Ajax e AZ). Sergio Padt voltou a garantir segurança no gol, após atuações inconstantes; Mike te Wierik e Ko Itakura se entrosaram no miolo de zaga; e é possível dizer que o lateral direito Deyovaisio Zeefuik é o melhor jogador dos Groningers na temporada - "Deyo" consegue ser firme na marcação, e seguramente é dos mais velozes e ofensivos laterais destros na Eredivisie. De quebra, o meio-campo protege bem a defesa, com Azor Matusiwa mostrando talento, enquanto Ajdin Hrustic e Mohamed El Hankouri ajudam o ataque.

Ajuda necessária. Porque se o Groningen está em segurança na tabela, a fraqueza do ataque é responsável pelo time não estar brigando mais fortemente por um lugar na repescagem pela Liga Europa. São poucos gols feitos: 18, só acima de Emmen, ADO Den Haag e VVV-Venlo. E Danny Buijs já tentou escalar o time de todas as maneiras para aumentar o poder ofensivo: com um, dois ou três atacantes, com Charlison Benschop (boa contratação) isolado na frente, adiantando El Hankouri, com um atacante mais veloz (o sueco Joel Asoro) e outro mais fixo na área - geralmente, Kaj Sierhuis, que pelo menos cumpre a função e faz gols. Mas o fraco desempenho ofensivo segue - e influiu no fim de ano ruim em campo: apenas uma vitória, nas cinco últimas rodadas de 2019. Se quiser ficar ainda mais forte para a segunda metade da Eredivisie, o Groningen precisa cuidar da frente. Atrás e na tabela, já está tudo firme. Diante do que se viveu em 2018/19, já é alguma coisa.

domingo, 5 de janeiro de 2020

Parada obrigatória: Sparta Rotterdam

O Sparta Rotterdam está bem, seguro na tabela. Mas nesta parada, perdeu o destaque Dervisoglu. Fica a necessidade de acertar algumas coisas antes de seguir adiante (VI Images)

Posição: 11º colocado, com 23 pontos
Técnico: Henk Fräser
Time-base: Harush (Coremans); Abels, Vriends, Mattheij e Faye; Auassar, Harroui e Rayhi; Smeets; Dervisoglu e Ache
Maior vitória: Sparta Rotterdam 4x0 RKC Waalwijk (7ª rodada)
Maior derrota: AZ 5x1 Sparta Rotterdam (6ª rodada)
Copa da Holanda: eliminado na segunda fase, pelo Willem II
Competição europeia: nenhuma
Artilheiros: Mohamed Rayhi (meio-campista), Halil Dervisoglu (atacante) e Ragnar Ache (atacante), todos com 5 gols
Objetivo do início: escapar do rebaixamento/meio de tabela
Avaliação: Com um estilo de jogo destemido (ainda mais em casa), o Sparta tem conseguido desempenho seguro, para um time vindo da segunda divisão. Só fica a dúvida: como será o returno sem Dervisoglu? Se for bom, dá para sonhar com mais coisas, ainda que remotamente
Fará os treinos da pausa de inverno em... Murcia, na Espanha, de 4 a 11 de janeiro
E amistosos? Contra o Beveren-BEL, em 10 de janeiro

A estreia neste Campeonato Holandês já dava sinais de que o Sparta Rotterdam voltava à primeira divisão para fazer coisas sérias: no clássico com o rival citadino Feyenoord, os Spartanen venciam por 2 a 1 em pleno De Kuip... até tomarem o 2 a 2 no último lance do jogo. De todo modo, era uma mostra de que Henk Fräser faria uma equipe mais ofensiva do que em seus trabalhos no ADO Den Haag e no Vitesse. Até porque tinha mais gente capaz disso - principalmente com a dupla ofensiva formada por Halil Dervisoglu e Ragnar Ache, que se entendeu de cara. Não adiantou a frustração do sul-africano Lars Veldwijk, cansado de só vir do banco de reservas (e vinha bem: Veldwijk fez quatro gols na Eredivisie): a dupla impulsionou o Sparta a ficar invicto nas quatro primeiras rodadas, sonhando com a zona de repescagem por vaga na Liga Europa.

A dupla mencionada ainda tinha o auxílio de Bryan Smeets: vindo do meio-campo ou sendo escalado num trio de atacantes, o ponta-de-lança deu o toque de criatividade nas jogadas ofensivas - até porque Abdou Harroui e Mohamed Rayhi seguravam as pontas na proteção à defesa. Nem sempre dava certo, como revelava o 4 a 1 do Ajax em pleno Het Kasteel, na quarta rodada - ou mesmo a troca de goleiros no decorrer do turno (Tim Coremans foi expulso num jogo, o israelense Ariel Harush entrou, ganhou ritmo e virou o titular da vez). Mas já era suficiente para uma campanha elogiável: jogando em casa, o time do bairro de Spangen só não foi melhor do que os três grandes e o AZ.

Porém, 2019 terminou, e 2020 chega forçando o Sparta a mudar no ataque: desde o começo da Eredivisie, se sabia que Dervisoglu deixaria o clube neste janeiro, rumo ao Brentford, da segunda divisão inglesa. E mesmo que tenha havido tentativas de prolongar a permanência do atacante em Roterdã, ele foi mesmo para o clube inglês. Resta aos Kasteelheren manter o desempenho seguro na tabela, até agora. Se a distância para a zona da repescagem já parece grande demais (seis pontos), ficar firme no meio da tabela, longe das últimas colocações, tem sido um satisfatório sinal à torcida.

sábado, 4 de janeiro de 2020

Parada obrigatória: Twente

Após um início promissor, o Twente caiu. E precisará da união - e de destaques como Vuckic (centro) - para não piorar sua situação (BSR Agency)
Posição: 12º colocado, com 19 pontos (na frente pelo melhor saldo de gols)
Técnico: Gonzalo García
Time-base: Drommel; Pleguezuelo (Verhaegh), Busquets, Schenk e Verdonk; Selahi, Roemeratoe e Espinosa; Aitor Cantalapiedra, Vuckic e Nakamura (Zekhnini)
Maior vitória: Twente 4x1 Emmen (11ª rodada)
Maior derrota: Feyenoord 5x1 Twente (8ª rodada)
Copa da Holanda: eliminado na segunda fase, pelo Go Ahead Eagles
Competição europeia: nenhuma
Artilheiro: Haris Vuckic (meio-campista/atacante), com 8 gols
Objetivo do início: escapar do rebaixamento
Avaliação: O começo promissor deu algumas esperanças à torcida, mas os Tukkers terminaram a primeira metade do campeonato em perigosa queda. Nada para se desesperar, mas cuidados devem ser tomados
Fará os treinos da pausa de inverno em... Benahavis, balneário na Espanha, entre 4 e 10 de janeiro
E amistosos? Fará um em 9 de janeiro, contra adversário ainda não revelado

Nem o título da segunda divisão aliviara de vez o Twente: quando o Campeonato Holandês começou, as dores da queda ainda eram sensíveis em Enschede. Por isso, quanto menor a expectativa, maior a tranquilidade para o clube vermelho. E também por isso, a estreia contra o PSV agradou mais do que o esperado. Diante do vice-campeão holandês na temporada passada, um dos grandes, eterno candidato ao título, os Tukkers foram valentes: abriram o placar, foram ofensivos, e causaram tropeço aos visitantes de Eindhoven, com o 1 a 1 na estreia.

Seguiu-se uma sequência invicta (três vitórias e dois empates, entre a segunda e a sexta rodadas). A posição na tabela era promissora - na 4ª rodada, o Twente chegou a ocupar o quarto lugar. A torcida começava a se perguntar, esperançosa: seria possível surpreender e alcançar o estágio de tempos mais felizes? Pelo menos, era o que se via em campo. O ataque dava esperanças: Keito Nakamura e Aitor Cantalapiedra mostravam rapidez e criatividade, enquanto Haris Vuckic tinha êxito ao ser adiantado para o ataque. No meio, o esforço da dupla Lindon Selahi-Godfried Roemeratoe na marcação tinha êxito. E até a defesa, antes só com o goleiro Joël Drommel se destacando, ficava um pouco mais firme com o recuo do volante Oriol Busquets. Sim, havia o sonho.

Mas a realidade se impôs depois deste bom começo do Twente. Só mais duas vitórias (4 a 1 no Emmen, na 11ª rodada, e 2 a 1 no Zwolle, duas rodadas depois), um empate, e o resto foram somente derrotas. A defesa voltou a fazer água, algumas lesões vitimaram nomes importantes - só nos 3 a 0 sofridos para o Vitesse, em casa, na 17ª rodada, o zagueiro Xandro Schenk e Keito Nakamura saíram machucados em três minutos -, houve decepções (na 15ª rodada, contra o líder Ajax, o time abriu 2 a 0, jogando bem... mas levou a virada para 5 a 2). E o Twente terminou 2019 num estágio preocupante: eliminado da Copa da Holanda, sem vencer há cinco jogos no Campeonato Holandês. Claro, é possível se recuperar, e o time até mostra capacidade disso. Mas convém não bobear.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Parada obrigatória: Fortuna Sittard

Entra temporada, sai temporada, e Diemers segue o destaque do Fortuna Sittard (Etienne Zegers/Soccrates/Getty Images)

Posição: 13º colocado, com 19 pontos (atrás pelo pior saldo de gols)
Técnico: Sjors Ultee
Time-base: Koselev; Essers, Ninaj, Angha (Harries) e Cox; Passlack, Tesfaldet Tekie, Smeets e Ciss; Diemers; Sambou (Karjalainen)
Maior vitória: Fortuna Sittard 4x1 VVV-Venlo (11ª rodada)
Maior derrota: Utrecht 6x0 Fortuna Sittard (12ª rodada)
Copa da Holanda: classificado para as oitavas de final, nas quais enfrentará o Feyenoord, em 21 de janeiro
Competição europeia: nenhuma
Artilheiro: Mark Diemers (meio-campista/atacante), com 6 gols
Objetivo do início: escapar do rebaixamento
Avaliação: Convém ainda ter cuidado, mas com um time de algum valor técnico no ataque, e vitórias sobre adversários diretos, o Fortuna Sittard parece mais capacitado do que na temporada passada. Dependendo de como voltar, pode até pensar em meio de tabela
Fará os treinos da pausa de inverno em... Belek, na Turquia, entre 5 e 12 de janeiro
E amistosos? Apenas um previsto, contra o Basaksehir-TUR, em 9 de janeiro

Quando o Campeonato Holandês começou, o Fortuna Sittard parecia não ter aprendido a lição da temporada passada, quando escapou por pouquíssimo da repescagem de acesso/descenso. Primeiramente, porque já começou a campanha na Eredivisie levando um 4 a 0 do AZ. Depois, porque se equilibrava entre derrotas e empates, sem parecer ter futuro. Tanto que já começava a ficar atolado na penúltima posição, que também condena ao rebaixamento. O temor era real. Até que chegou a nona rodada, contra o Feyenoord, em casa, após cinco derrotas e três empates.

Se houve um "marco zero" para a relativa reação do Fortuna na temporada, veio naquela partida. No meio-campo, Mark Diemers carregava o time para a frente: armava jogadas, fazia gols, era o grande perigo ofensivo. Bassala Sambou e Amadou Ciss (este, pelos lados) podiam até parecer desengonçados em campo, mas chegavam à área com velocidade - até porque Tesfaldet Tekie e Felix Passlack protegiam a defesa. Resultado: um consagrador 4 a 2 que reanimou a torcida. Certo, o Feyenoord andava em baixa, precisando de mudanças que logo viriam nele. Mas o clube auriverde nada tinha a ver com isso. E ganhou naquele triunfo o impulso de que precisava.

A partir dali, algumas mudanças feitas no time por Sjors Ultee potencializaram o que de melhor o Fortuna tem. Diemers rendia ainda mais na frente? Pois bem: virou um ponta-de-lança, se alternando entre meio-campo e ataque, ajudando o nome da vez na área (Sambou, ou Rasmus Karjalainen, ou até Vitalie Damascan). Na defesa, Martin Angha cresceu de produção no miolo de zaga, enquanto Alexei Koselev vai se segurando no gol. Ciss passou a jogar melhor na meia-esquerda do que no meio. E o Fortuna Sittard cresceu. Ganhou de adversários diretos nas últimas posições: RKC Waalwijk (3 a 2, na 17ª rodada), ADO Den Haag (1 a 0, na 13ª rodada), VVV-Venlo (4 a 1, 11ª rodada). Fez do seu estádio uma relativa fortaleza: dos 19 pontos que tem, ganhou 17 lá. E mostra capacidade técnica para continuar evoluindo - e manter levemente o sonho de ficar mais seguro na tabela, garantindo o lugar na primeira divisão com mais tranquilidade do que na temporada passada.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Parada obrigatória: Emmen

O Emmen tem dificuldades. Mas com a força de gente como De Leeuw (em primeiro plano), consegue bons resultados aqui e ali para buscar a permanência na Eredivisie (BSR Agency)

Posição: 14º colocado, com 18 pontos
Técnico: Dick Lukkien
Time-base: Telgenkamp; Bijl, Heylen, Veendorp (Araujo) e Burnet; Hiariej e Chacón; Peña, Kolar e Laursen (Arias); De Leeuw
Maior vitória: Emmen 3x0 ADO Den Haag (8ª rodada)
Maior derrota: Ajax 5x0 Emmen (2ª rodada)
Copa da Holanda: eliminado na primeira fase, pelo NAC Breda
Competição europeia: nenhuma
Artilheiro: Michael de Leeuw (meio-campista/atacante), com 6 gols
Objetivo do início: escapar do rebaixamento
Avaliação: De certo modo, a temporada do Emmen repete o que foi a passada: um time que tem dificuldades de se manter seguro na Eredivisie, mas que luta bravamente contra as dificuldades. Até agora, está dando certo.
Fará os treinos da pausa de inverno em... Marbella, balneário na Espanha, de 3 a 10 de janeiro
E amistosos? Contra o Mainz-ALE, em 7 de janeiro

Conseguir a permanência na primeira divisão, em sua temporada de estreia na elite, já parecia o limite para o Emmen. Até porque vários dos destaques técnicos que ajudaram a equipe alvirrubra a se segurar deixaram o clube tão logo o campeonato passado acabou - exemplos foram o goleiro Kjell Scherpen e o ala esquerdo Caner Cavlan. Assim, parecia que os Emmenaren perigavam ser sacos de pancada, voltando à dura realidade - e provavelmente, sendo um dos mais mencionados para as duas últimas posições da tabela, que condenam à queda para a segunda divisão. Restava apostar no que poderiam fazer os reforços: o lateral esquerdo Lorenzo Burnet, o volante Tom Hiariej, o meio-campista Nikolai Laursen, o ponta-de-lança Marko Kolar...

Pelo modo como a campanha na Eredivisie se iniciou, de fato, o Emmen deveria ser mais um dos times que sentiria falta de quem saiu: duas derrotas. Todavia, a primeira vitória (2 a 0 no Heerenveen, em casa) iniciou dois hábitos que deixaram a torcida alegre. Em primeiro lugar, o time de Dick Lukkien rapidamente se fortaleceu para continuar sendo aguerrido - não raro, se impondo sobre times bem mais seguros na tabela. Basta mencionar a vitória sobre o Vitesse (2 a 1, na 12ª rodada). Para isso, vale a pena dizer: de fato, os reforços têm ajudado. Michael de Leeuw virou relativa garantia de gols, auxiliado por Marko Kolar e por outro meia, o peruano Sergio Peña. Como volantes, Hiariej e Michael Chacón têm protegido bastante a defesa. E nesta, o goleiro Dennis Telgenkamp tem suprido muito bem a lacuna deixada por Scherpen.

O outro hábito que dá esperanças à torcida é o desempenho do Emmen em sua casa, o De Oude Meerdijk - ótimo, para um clube pequeno, dos menores da Eredivisie. Em nove jogos, cinco vitórias e dois empates. E nos empates, pontos foram tirados de dois membros do Trio de Ferro dos Países Baixos: 1 a 1 com o PSV (15ª rodada) e 3 a 3 com o Feyenoord (7ª rodada - nessa partida, o Emmen sofrera 2 a 0, virou em casa e só tomou o empate do Stadionclub no último lance do jogo). Com triunfos sobre equipes que também buscam a fuga das últimas posições, como ADO Den Haag e Fortuna Sittard, o Emmen resiste bravamente contra os prognósticos pessimistas. De novo. Para aumentar a intensidade de seu sonho de permanência, só falta resolver o fato de ser o pior visitante da Eredivisie - nenhuma vitória fora de casa em nove jogos...