Posição: 1º lugar, com 46 pontos (15 vitórias, 1 empate e 1 derrota)
Técnico: Peter Bosz
Time-base: Kovar; Dest, Schouten, Yarek e Salah-Eddine; Mauro Júnior, Saibari e Veerman; Man, Til (Pepi) e Perisic
Maior vitória: PSV 6x1 Sparta Rotterdam (1ª rodada)
Maior derrota: PSV 0x2 Telstar (4ª rodada)
Copa da Holanda: enfrentará o Den Bosch (segunda divisão), nas oitavas de final
Competição europeia: Liga dos Campeões (21º colocado na fase de liga)
Artilheiro: Guus Til (meio-campista), com 11 gols
Objetivo do início: Título
Avaliação: Após alguns percalços no início, logo o time de Eindhoven se encontrou, e aproveitou as falhas dos adversários para abrir grande vantagem na liderança. Nada está garantido, mas os Boeren têm excelentes condições para tentarem o tricampeonato
Para o atual bicampeão holandês, começar a temporada 2025/26 conquistando a Johan Cruyff Schaal (Supercopa da Holanda) e já colocando 6 a 1 no Sparta Rotterdam, na rodada de abertura da liga, era uma prova de força. Mas uma prova de força... frágil. Afinal de contas, o PSV tinha de lidar com as perdas habituais a times neerlandeses na janela de transferências - Noa Lang, Johan Bakayoko, Luuk de Jong -, com algumas perdas repentinas (mal foi contratado para o ataque, Alassane Pléa já machucou gravemente o joelho nos 2 a 0 no Twente, pela 2ª rodada da Eredivisie), o goleiro tcheco Matej Kovar falhava aqui e ali... o sinal amarelo acendeu quando a 4ª rodada trouxe a maior surpresa da temporada até aqui, com o Telstar fazendo 2 a 0 em pleno Philips Stadion, e a participação na Liga dos Campeões trouxe uma queda para o Union Saint Gilloise belga também em casa (3 a 1). O PSV fraquejaria? Para a sorte do ambiente ali, o técnico Peter Bosz estava tranquilo, assim como o diretor geral Marcel Brands e o diretor de futebol Earnie Stewart (estes formam a dupla que manda no clube). Os três sabiam: a reação era só questão de tempo. Bons jogadores não faltavam, para o padrão da Eredivisie: de Sergiño Dest a Ricardo Pepi, passando por Guus Til, Joey Veerman, Mauro Júnior, Ismael Saibari, Ivan Perisic...
E a calma deu resultado. Logo os novos contratados se estabeleceram - Yarek Gasiorowski na zaga e Dennis Man no ataque, por exemplo. Mudanças táticas forçosas resultaram melhor do que a encomenda: escalado no ataque enquanto Ricardo Pepi se recuperava de lesão, Guus Til (meia de origem) já fez 11 gols na liga, e quando Pepi voltou, também fez os dele (7 gols). Na Champions, foram provas reais de força os 6 a 2 no Napoli e os 4 a 1 no Liverpool. E na Eredivisie, quando foi necessário, os Boeren afirmaram seu favoritismo. O Feyenoord era líder? Pois no clássico da 10ª rodada, PSV 3 a 2 em De Kuip. Havia más atuações? Mesmo assim, as vitórias vinham, como contra o NAC Breda, na 13ª rodada (uma chance do PSV, 1 a 0). Até em momentos difíceis, como na 17ª rodada, quando o Utrecht chegou a fazer 1 a 0, os Eindhovenaren viraram para 2 a 1. E já têm 11 pontos de vantagem na liderança da Eredivisie, sem contar as chances de avançarem na Champions. Nada está definido (a temporada 2024/25 que o diga). Mas o PSV é o líder, com melhor ataque (52 gols), melhor defesa (21 tomados), melhor visitante, melhor mandante... enfim, está em excelentes condições para partir em busca do tricampeonato.

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