quarta-feira, 27 de maio de 2026

A Holanda na Copa 2026: Koopmeiners

Koopmeiners já perdeu um pouco o ar de revelação que tinha quando foi à Copa de 2022. Já não se pensa tanto que ele pode ser titular absoluto da seleção da Holanda (Países Baixos). Mas ele tem mostrado utilidade nos clubes, e por ela é que irá a seu segundo Mundial (KNVB Media/Divulgação)

Ficha técnica
Nome: Teun Koopmeiners
Posição: Meio-campista
Data e local de nascimento: 28 de fevereiro de 1998, em Amsterdã 
Clube na carreira: AZ (2017 a 2021), Atalanta-ITA (2021 a 2024) e Juventus-ITA (desde 2024)  
Desempenho na seleção: 19 jogos e 3 gol, desde 2020
Torneios pela seleção: Copa de 2022 (5 jogos, nenhum gol), Euro 2020+1 (não jogou), Liga das Nações (2022/23, 2024/25) 

(Versão revista e ampliada dos textos de apresentação para os guias deste blog na Euro 2020+1 e na Copa de 2022)

Quando começou a despontar no futebol da Holanda (Países Baixos), Teun Koopmeiners recebia olhares muito otimistas. Liderança, talento nas bolas paradas, ótimos lançamentos: desde seu surgimento no AZ, Koopmeiners passava a impressão de ser um meio-campista que, quando tivesse chance real de tomar a titularidade na seleção masculina do país, assumiria a posição para não largar mais. Bem, em clubes, isso até aconteceu: ele foi o símbolo de um grande momento da Atalanta, há alguns anos, e ainda tem seu espaço na Juventus, bem ou mal. Porém, já tendo seis anos de trajetória na Laranja, Koopmeiners nunca conseguiu aproveitar definitivamente as chances que recebeu, por vários fatores. De todo modo, uma escolha tática pensada pelo técnico Ronald Koeman para a Copa do Mundo reabriu o espaço para ele. E "RoboKoop" terá outra oportunidade de ter uma boa sequência de jogos, no segundo Mundial de sua carreira.

Koopmeiners é um dos principais símbolos recentes do crescimento de qualidade nas categorias de base do AZ, que chegou a ser campeão da Youth League, a "Liga dos Campeões para jovens" que a UEFA organiza, na temporada 2022/23. Nativo de Amsterdã, se iniciou no futebol no Vitesse '22, clube amador (nada a ver com o conhecido Vitesse de Arnhem), e chegou ao AZ em 2009. Em Alkmaar o futuro meio-campista fez toda a sua formação futebolística. Que daria frutos a partir de 2015, com sua chegada a uma seleção de base - no caso, a sub-17. Na temporada 2016/17, o fruto foi mais saboroso: com 19 partidas e dois gols marcados, Koopmeiners fez parte da campanha do título da Tweede Divisie (terceira divisão holandesa), dando ao time B do AZ o acesso à segunda divisão. De quebra, 2016 foi ano de se estabelecer na seleção sub-19, pela qual fez 13 partidas.

No começo da temporada 2017/18, Koopmeiners ainda se alternou entre o segundo e o primeiro times do AZ, fazendo sete jogos e um gol pelo Jong AZ na segunda divisão. Simultaneamente, já tivera sua primeira experiência na equipe de cima, vindo do banco para os últimos 24 minutos da goleada imposta pelo Feyenoord ao AZ, na 7ª rodada do Campeonato Holandês (4 a 0). Passaram-se poucas rodadas até a decisão do técnico John van den Brom: efetivá-lo em definitivo no time de cima. A partir da metade daquela temporada, o jovem de 19 anos já se consolidava como titular no meio-campo: jogando pela esquerda, já até fez um gol, além de auxiliar os Alkmaarders a chegarem à final da Copa da Holanda.

Na temporada 2018/19, Koopmeiners não só se estabeleceu definitivamente como titular do AZ, como também chegou para ocupar lugar e não perdê-lo mais na seleção sub-21 da Holanda, a partir da campanha nas eliminatórias da Euro da categoria. Em Alkmaar, foram 32 jogos pelo Campeonato Holandês, com oito gols marcados. Quantidade já notável. Ainda mais porque Koopmeiners jogou fora de sua posição preferida: a pedidos do técnico, sem zagueiro confiável o suficiente para dividir o miolo da defesa com o veterano Ron Vlaar, o meio-campista atuou recuado durante a maior parte da temporada. Mesmo cumprindo a tarefa tática, ficou desagradado pela preferência em jogar no meio-campo.

No AZ, o capitão Koopmeiners indicava o caminho a seguir - e assumia a responsabilidade nas bolas paradas (BSR Agency)

Pois o problema foi plenamente resolvido, em 2019/20. John van den Brom deixou o AZ, o auxiliar Arne Slot foi promovido para treinar a equipe de Alkmaar. Com a recuperação do grego Pantelis Hatzidiakos para dividir a zaga com Vlaar, enfim Koopmeiners pôde ser adiantado para voltar ao meio-campo. Mais: Arne Slot designou o jovem de 20-para-21 anos como capitão da equipe. E seu desempenho foi turbinado em campo. Se fez pouca diferença na campanha pela Liga Europa (até fez três gols, mas o AZ caiu na segunda fase), Koopmeiners foi um dos principais responsáveis pela excepcional trajetória dos Alkmaarders no Campeonato Holandês. Virou o principal cobrador de bolas paradas no AZ, deu qualidade à saída de bola, revelou-se mais goleador do que se esperava - foram 11 gols em 25 partidas -, nenhuma das jogadas do time passava sem tê-lo participando (97,9% de toques na bola). Enfim, Koopmeiners foi um dos símbolos de uma campanha em que o AZ prometia disputar o título holandês ponto a ponto com o Ajax... até a pandemia deixar todo o esporte em segundo plano.

Quando o futebol pôde retornar nos Países Baixos, Koopmeiners rapidamente retomou o nível exibido pré-pandemia. Na verdade, até melhorou. De meio-campista, o nativo de Amsterdã bem pôde ser considerado um "todocampista": voltou a ser improvisado na zaga às vezes, novamente foi o dínamo do meio-campo, sem deixar de auxiliar no ataque. Além do mais, Teun mostrou precisão nas bolas paradas, nos chutes de fora da área, nos pênaltis (bem, nestes, nem tanto - errou duas cobranças)... pelo Campeonato Holandês, 15 gols em 31 partidas, rendendo uma excelente média. Mesmo superando o AZ para ser vice-campeão, o PSV foi uma vítima que exemplificou o que Koopmeiners poderia fazer. Na vitória do time de Alkmaar em Eindhoven (3 a 1, 16ª rodada da Eredivisie), Koopmeiners fez belíssimo gol, completando escanteio de calcanhar. E quando o AZ venceu o PSV de novo - 2 a 0, na 27ª rodada -, o meio-campista deixou mais um nas redes, em chute de fora da área.

A capacidade técnica mostrada no AZ já fez de Koopmeiners merecedor de uma convocação para a seleção principal da Holanda, a primeira sob o comando de Frank de Boer, ainda em 2020. No primeiro jogo da Laranja sob novo técnico, o meio-campista teve grande chance: atuou os 90 minutos da derrota por 1 a 0 sobre o México. Ainda assim, sua importância maior era para a seleção sub-21: com três gols em sete jogos, Teun foi de novo um nome notável na campanha que levou de volta a Laranja Jovem à Euro da categoria.

As ótimas atuações no AZ levaram Koopmeiners a receber as primeiras chances na seleção da Holanda, a partir de 2020 (ANP/Maurice van Steen)

Na fase de grupos da Euro sub-21, já em 2021, Koopmeiners decepcionou um bocado: não foi tão ofensivo quanto se acostumara a ser nas eliminatórias. Até se mostrou lento: chegou a ser suspenso para a rodada final do grupo A, contra a Hungria, pelos cartões amarelos tomados. Pelo menos, a Holanda conseguiu compensar isso com a classificação ao mata-mata. E pelo menos, Koopmeiners convenceu Frank de Boer: pensando em "promover" alguns jogadores da Euro sub-21 para a Euro principal, o treinador da Holanda à época optou por ter no meio-campista um dos promovidos. Não jogou nenhum dos amistosos preparatórios para a Euro. Não jogou nenhum minuto na Euro (em algumas partidas, ficou fora até do banco de reservas). Mas já servia para indicar que Koopmeiners logo teria mais constância na seleção principal.

E já servia para indicar que logo o meio-campista iria para um campeonato mais visto no futebol mundial. Foi o que aconteceu: ele ainda fez dois jogos pelo AZ no Campeonato Holandês em 2021/22. Porém, logo acertou com a Atalanta-ITA. Saiu do clube de origem por cima: logo após uma vitória contra o Heerenveen (3 a 1), se despediu em lágrimas, confirmando a transferência à ESPN da Holanda (Países Baixos), na entrevista pré-jogo. A partir dali, ele precisaria tentar confirmar no time de Bérgamo o que já insinuava no AZ - onde, aliás, hoje em dia segue um representante da família: Peer Koopmeiners, meio-campo como o irmão, titular com boa constância no time principal do AZ.


Em pouco tempo, Koopmeiners conseguiu. Rapidamente virou presença dominante e fundamental no meio-campo da Atalanta. Na temporada 2021/22, pelo Campeonato Italiano, foram 30 jogos, quatro gols e um passe para gol; pela Liga dos Campeões, mais cinco jogos. E o holandês foi considerado tão importante para a "Dea" quanto nomes que já estavam há mais tempo ali (só para citar o meio-campo, o compatriota Marten de Roon e Ruslan Malinovskyi). Pela seleção holandesa, ele fez seus dois primeiros jogos no restante de 2021, já sob o comando de Louis van Gaal, ambos pelas eliminatórias da Copa. Num deles, uma ótima memória: nos 6 a 1 sobre a Turquia, substituindo Frenkie de Jong, Koopmeiners entrou bem, manteve o meio-campo dinâmico, até deu passe para um gol (o quinto da goleada, de Guus Til). No outro, a lembrança foi ruim: quando entrou, aos 66', contra Montenegro, no lugar de Georginio Wijnaldum, acabou sendo um dos bodes expiatórios do empate em 2 a 2, na penúltima rodada, que trouxe algum temor de que a Laranja ficasse fora da Copa.

Koopmeiners foi para a Atalanta. E demorou pouco para virar nome fundamental na equipe italiana (Andrea Bruno Diodato/DeFodi Images/Getty Images)

Não ficou, como se sabe. E em 2022, a queda técnica de Wijnaldum no primeiro semestre (antes da fratura na tíbia que o tira da Copa) já aumentou as chances de Koopmeiners entre os titulares: ele começou jogando os dois amistosos de março daquele ano, contra Dinamarca e Alemanha. Na Liga das Nações, dos seis jogos da fase de grupos, o meio-campo esteve em cinco. No primeiro como titular - o 2 a 1 contra País de Gales, na segunda rodada -, ele marcou o seu primeiro gol pela seleção da Holanda (Países Baixos). E só não começou mais partidas além das duas em que esteve entre os onze por causa de uma pancada na cabeça sofrida contra a Polônia, na penúltima rodada, que o fez ser substituído aos seis minutos de jogo. Pelo menos, na Atalanta, seu domínio do meio-campo era ainda maior. E mais destacado: na primeira metade do Campeonato Italiano da temporada 2022/23, foram quatro gols e um passe para gol de Koopmeiners. 

Convocado garantido para a Copa do Mundo daquele ano, Koopmeiners tinha mais uma chance de ganhar espaço na Laranja. Ainda mais com a primeira impressão: saindo do banco aos 34 minutos do segundo tempo da estreia holandesa no torneio, contra Senegal, ele ajudou a estabilizar a marcação no meio-campo, e a Holanda conseguiu a vitória por 2 a 0. O reconhecimento veio com a escalação dele, desde o começo, no segundo jogo na fase de grupos, contra o Equador. Mas aí, deu tudo errado: no empate em 1 a 1, Koopmeiners teve sérias dificuldades tentando conter os equatorianos, e perdeu a chance de se consolidar como titular para o resto da Copa. Pelo menos, seguiu como reserva costumeiramente utilizado: veio para o lugar de Marten de Roon nos sete minutos finais da vitória por 2 a 0 no Catar, substituiu Davy Klaassen e jogou todo o segundo tempo da vitória sobre os Estados Unidos (3 a 1) nas oitavas de final, entrou no lugar de De Roon no intervalo das quartas de final contra a Argentina. 

Koopmeiners não se destacou como se esperava na Copa de 2022. Mas teve sua utilidade. Exemplificada neste lance: partiu dele a cobrança de falta, na jogada ensaiada marcante que empatou o placar no tempo normal das quartas de final (Julian Finney/Getty Images)

Nelas, foi duplamente útil. Primeiro, ele cobrou a falta ensaiada que resultou no célebre gol de Wout Weghorst a empatar o placar, ainda no tempo normal. Koopmeiners descreveu o processo ao site NU Sport: "Era tão de perto que eu nem pensei em jogada ensaiada. Primeiro, pensei em chutar (...). Eu só não queria olhar para Wout [Weghorst]. Se eu olhasse, os argentinos iriam reparar. Pedi que Cody [Gakpo] me mantivesse informado. Ele é que estava olhando se tinha espaço, se eu poderia. Decidi na última hora". Depois, ainda converteu sua cobrança, na série que terminou com a derrota holandesa. Atuação digna. Mas não foi a ocasião definitiva para transformar Koopmeiners em titular absoluto da Holanda. 

Isso, ele continuou sendo na Atalanta, ao longo daquela temporada 2022/23: 33 jogos, 10 gols e quatro passes para gol no Campeonato Italiano, em que a equipe de Bérgamo terminou na quinta colocação, garantindo vaga na Liga Europa. Nem mesmo uma lesão muscular perturbou o destaque do meio-campista no clube. Só na seleção: tendo perdido as primeiras datas FIFA de 2023, Koopmeiners só voltou em junho à equipe dos Países Baixos, para as decisões da Liga das Nações. Novamente, desempenho frustrante: titular na derrota para a Croácia nas semifinais, a partir dali o meia perdeu espaço sob Ronald Koeman. Já começou na reserva da decisão de 3º e 4º lugares, contra a Itália, só vindo a campo aos 18 minutos do segundo tempo. E no restante do ano, só esteve em mais três partidas, pelas Eliminatórias da Euro 2024. Pelo menos, na última delas, foi titular e até fez gol, contra Gibraltar, em novembro de 2023.

Em 2023/24, a Atalanta teve grandes momentos em sua história, culminando com a conquista da Liga Europa. E Koopmeiners foi um dos grandes destaques nisso. Mas quando teria boas chances na seleção, na Euro 2024... crueldade: corte no último amistoso antes da estreia (Harry Murphy/Offside/Getty Images)

O destaque de Koopmeiners seguia sendo na Atalanta. E na temporada 2023/24, esse destaque foi até mais brilhante. Naquela que talvez tenha sido a maior temporada da história da Dea, o holandês foi entronizado como um dos símbolos daquele momento. Cobrador de faltas e de pênaltis, até mais ofensivo do que nos tempos de AZ, foram dele 12 gols e cinco passes para outros no Campeonato Italiano, em que a Atalanta chegou ao 4º lugar e garantiu vaga na Liga dos Campeões. Pela Copa da Itália, um título, com dois gols dele na campanha. E pela Liga Europa, então... a primeira, e até agora única, conquista europeia da equipe da cidade de Bérgamo, com Koopmeiners titular do começo ao fim, culminando nos 3 a 0 no Bayer Leverkusen, na decisão. Assim, mesmo com somente uma participação num amistoso pela Holanda no primeiro semestre de 2024 (entrou no lugar de Georginio Wijnaldum, aos 82' da goleada por 4 a 0 na Escócia), o meio-campista esteve garantido na convocação para a Euro 2024. Estava "nas nuvens". E delas despencaria com crueldade: no aquecimento para o último amistoso da Laranja pré-Euro - 4 a 0 na Islândia, em 10 de junho -, Koopmeiners sentiu dores no músculo adutor da coxa após um chute. Ficou fora até do banco. E o diagnóstico foi impiedoso: lesão muscular, corte, nada de Euro, logo após a melhor temporada de sua carreira. Era mais uma chance perdida para ele em termos de seleção.

Por clubes, só eles, veio o consolo. Com turbulências: interessando à Juventus, Koopmeiners teve comportamento criticado no ambiente da Atalanta, no começo da temporada 2024/25, tentando forçar a transferência. Afinal, na reta final da janela, em 28 de agosto, ela foi consumada, e o meio-campo tomou o caminho de Turim. Na primeira temporada pela Velha Senhora, mesmo com algumas lesões (a pior, no tendão de Aquiles), até que Koopmeiners ajudou: três gols e três passes para gol no Campeonato Italiano, um gol pela Copa da Itália, mais outro pela Copa do Mundo de Clubes... só a Juve que esteve em má fase (quarta colocada no Campeonato Italiano, eliminação para o PSV na Liga dos Campeões). E o holandês, ainda sem ser no Piemonte o protagonista que fora na Atalanta. O que só o atrapalhava, em termos de seleção: apenas duas partidas - e um gol, é verdade - pela fase de grupos da Liga das Nações, no segundo semestre de 2024. 2025 começou, e nas quartas de final contra a Espanha, Koopmeiners esteve em ida e volta. Em três dessas partidas, saindo do banco de reservas. E em 2025, na Laranja, foi só para ele: não esteve em nenhuma partida das Eliminatórias da Copa do Mundo. Convocação, só nas rodadas de setembro e outubro de 2025.

 Em meio às oscilações da Juventus desde sua chegada, Koopmeiners perdeu um pouco do destaque. Mas ainda tem seu espaço nos Bianconeri (sportinfoto/DeFodi Images/DeFodi via Getty Images)

Em 2025/26, as dificuldades da Juventus seguiram: outra campanha mediana no Campeonato Italiano, outra eliminação precoce (desta vez, para o Galatasaray) na Liga dos Campeões. E Koopmeiners já não foi o titular juventino que chegou sendo: perdendo protagonismo para nomes como Weston McKennie e Francisco Conceição, foi e veio do banco de reservas no Campeonato Italiano. Mas mostrou bons sinais na Champions, ao fazer dois gols na ida contra o Galatasaray (mesmo com derrota por 5 a 2, não revertida na volta). Na seleção, diante da ideia de Ronald Koeman para a Copa - apostar nas bolas paradas -, Koopmeiners, ainda um emérito cobrador de faltas, escanteios e pênaltis, foi lembrado na convocação para os amistosos contra Noruega e Equador, em março de 2026. Diante da ausência de Frenkie de Jong, foi titular. Contra a Noruega, cobrou o escanteio que serviu para o gol de empate de Virgil van Dijk, na vitória por 2 a 1. Colaborou para manter o empate em 1 a 1 com o Equador, entrando aos 32 minutos da etapa final, no lugar de Quinten Timber.

Mesmo sem o mesmo espaço na Juventus, sua utilidade e sua relativa experiência abriram caminho para Koopmeiners ir à segunda Copa do Mundo de sua carreira. Ele ainda não é titular absoluto da Holanda. Talvez, nunca seja: já não é uma revelação. Mas a impressão comum continua: ele ainda pode ser útil, muito útil.

(Masashi Hara/Getty Images)


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